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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Descomplicando a Dieta Para Sempre

Alimentos Vivos Ou Mortos?

Como recarregar nossa energia vital

Um dado que a medicina tradicional não considera é a grande diferença entre um alimento integro, inteiro, ao natural e outro trabalhado e transformado.
Do ponto de vista nutricional os grãos são praticamente como a  farinha, assim como  a fruta fresca e outra em conserva porque as proteínas, vitaminas, sais minerais, etc. são praticamente os mesmos. A diferença consiste no conteúdo de energia vital presente no alimento.
O ser humano se nutre de energia vital além de carboidratos, lipídios e outros nutrientes.  Já observou como depois de comer uma boa salada você se sente pimpante, leve, alegre, cheio (a) de energia vital e depois de comer carne, salsichas, ou margarina, doces você se sente pesado, sonolento? 
É a energia vital! 
Quando comemos uma fruta ou verdura que acabamos de colher nós assimilamos sua energia vital e digeridos muito mais facilmente deixando nosso organismo leve e desintoxicado.
Isso acontece também quando caminhamos descalços ou respiramos ar puro no campo. Recebemos a energia vital do planeta. Podemos também beber água de uma mina e alimentar o amor. 
Mas voltemos aos alimentos.
Podemos reconhecer um alimento vivo:

  • Pela sua capacidade de reproduzir-se. As frutas frescas, maduras, as batatas, um grão integral ao passo que um doce, um pedaço de pão ou de carne não poderão mais fazê-lo.
  • Pelo momento de sua colheita. Á partir do momento que uma fruta ou verdura é colhida eles começam a perder energia vital.
  • Sistema de cozimento. Em geral o calor mata os alimentos mas o microondas e o forno são piores.


De forma geral os alimentos podem ser classificados em quatro categorias:

  1. Alimentos vivos superiores – Fornecem mais energia vital do que a necessária para que sejam digeridos e são os melhores. São eles frutas e verduras frescas, ovos botados no dia, legumes e cereais integrais, pão levedado naturalmente, yogurte, leite tirado na hora, germes de grãos, nozes e sementes em geral.
  2. Alimentos vivos de apoio – Fornecem a mesma quantidade de energia vital que precisam para serem digeridos e são o leite fresco, ovos de alguns dias, mel, azeite de oliva, cereais e legumes cozidos, manteiga e farinha integral consumida em até dez dias do momento em que foi moída.
  3. Alimentos vivos inferiores – Contém pouca energia vital por isso o corpo consuma mais do que eles fornecem. São carnes, peixes, queijos curados, ensacados, leite fervido, compotas, açúcar mascavo, vinho e pão branco.
  4. Alimentos mortos -  Sem nenhuma energia vital e com certeza são danosos para o organismo. Eles são: conservas em geral, margarina, doces e biscoitos feitos com farinha branca, super alcoólicos, café, chocolate, açúcar branco, mas especialmente refrigerantes, açúcar refinado e farinha branca.


Assim a conclusão óbvia é que devemos gradualmente substituir os alimentos mortos ou com pouca energia vital por alimentos mais ricos em energia vital. Sem exageros, como eu sempre digo.

Um programa alimentar baseado nestes princípios dará resultados surpreendentes em pouco tempo. O corpo será mais vital, a mente mais serena e o espírito encontrará mais paz.

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