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quarta-feira, 21 de junho de 2017

8 coisas surpreendentes que prejudicam sua flora intestinal


O intestino humano é o lar de mais de 100 trilhões de bactérias, conhecidas como "flora intestinal".
Ter uma flora intestinal saudável é incrivelmente importante para sua saúde geral.
Curiosamente, muitas dietas, estilo de vida e outros fatores ambientais podem afetar negativamente suas bactérias intestinais.

O que são as bactérias intestinais e por que são importantes?


Centenas de espécies de bactérias residem no intestino. Algumas são amigáveis, enquanto outras não são.

A maioria das bactérias no intestino pertence a um dos quatro grupos: Firmicutes, Bacteroidetes, Actinobacteria ou Proteobacteria.

Cada grupo desempenha um papel na sua saúde e requer diferentes nutrientes para o crescimento.

As bactérias intestinais amigáveis ​​são importantes para a digestão. Elas destroem bactérias nocivas e outros microorganismos e produzem ácidos graxos de vitamina K, folato e cadeia curta.

Quando a flora intestinal contém muitas bactérias nocivas e não contém suficientes bactérias amigáveis, pode ocorrer um desequilíbrio. Isso é conhecido como disbiose.

Tanto a disbiose como a redução da diversidade da flora intestinal têm sido associadas à resistência à insulina, ganho de peso, inflamação, obesidade, doença inflamatória intestinal e câncer colorretal.

Portanto, é importante manter suas bactérias intestinais tão amigáveis ​​e abundantes quanto possível.

Além disso, aqui estão 8 coisas surpreendentes que podem causar danos às suas bactérias intestinais.

1. Não consumir uma grande variedade de alimentos


Geralmente, uma flora intestinal rica e diversificada é considerada saudável.
A falta de diversidade dentro da flora intestinal limita a recuperação de influências nocivas, como infecção ou antibióticos.

Uma dieta que consiste em uma grande variedade de alimentos integrais, como frutas, vegetais e grãos inteiros, pode levar a uma flora intestinal mais diversificada. De fato, mudar sua dieta pode alterar seu perfil de flora intestinal após apenas alguns dias.

Isso ocorre porque os alimentos que você come fornecem nutrientes que ajudam as bactérias a crescer. Uma dieta rica em alimentos integrais fornece ao seu intestino uma variedade de nutrientes que ajudam a promover o crescimento de diferentes tipos de bactérias, resultando em uma flora intestinal mais diversificada.


2. Falta de Prebióticos na Dieta


Os prebióticos são um tipo de fibra que passa não digerido pelo corpo e promove o crescimento e a atividade de bactérias intestinais amigáveis.

Muitos alimentos, incluindo frutas, vegetais e grãos integrais, contêm fibra prebiótica.

A falta deles na dieta pode ser prejudicial à sua saúde digestiva geral.

Alimentos ricos em prebióticos incluem:

    Lentilhas, grão de bico e feijão
    Aveia
    Bananas
    Alcachofras
    Aspargos
    Alho
    Alho-poró
    Cebolas
    Nozes


Os suplementos de fibra prebiótica promovem o crescimento de ácidos graxos de cadeia curta.

Estes ácidos graxos são a principal fonte de nutrientes para as células do seu cólon. Eles podem ser absorvidos em seu sangue, onde eles promovem a saúde metabólica e digestiva, reduzem a inflamação e podem reduzir o risco de câncer colorretal.

Além disso, alimentos ricos em fibras prebióticas podem desempenhar um papel na redução dos níveis de insulina e colesterol.

3. Beber muito álcool


O álcool é viciante, altamente tóxico e pode ter efeitos nocivos físicos e mentais quando consumido em grandes quantidades.

Em termos de saúde intestinal, o consumo crônico de álcool pode causar sérios problemas, incluindo a disbiose.

Um estudo examinou a flora intestinal de 41 alcoólatras e comparou-os com 10 indivíduos saudáveis ​​que consumiram pouco álcool. A disbiose estava presente em 27% da população alcoólica, mas não estava presente em nenhum dos indivíduos saudáveis ​.
Outro estudo comparou os efeitos de três tipos diferentes de álcool na saúde intestinal.

Durante 20 dias, cada indivíduo consumiu 272 ml de vinho tinto, a mesma quantidade de vinho desolitizado ou 100 ml de gim todo dia.

O gin diminuiu o número de bactérias intestinais benéficas, enquanto o vinho tinto aumentou a abundância de bactérias conhecidas por promover a saúde intestinal e diminuíram o número de bactérias intestinais prejudiciais, como Clostridium.

O efeito benéfico do consumo moderado de vinho tinto nas bactérias intestinais parece ser devido ao seu teor de polifenóis.

Os polifenóis são compostos vegetais que escapam à digestão e são quebrados por bactérias intestinais. Eles também podem ajudar a reduzir a pressão arterial e melhorar o colesterol.

4. Uso de antibióticos

Os antibióticos são medicamentos importantes usados ​​para tratar infecções e doenças causadas por bactérias, como infecções do trato urinário e estreptococos.

Eles trabalham matando bactérias ou impedindo que elas se multipliquem.
No entanto, uma das suas desvantagens é que eles afetam bactérias boas e más. De fato, mesmo um único tratamento com antibióticos pode levar a alterações prejudiciais na composição e diversidade da flora intestinal.
Os antibióticos geralmente causam um declínio de curto prazo em bactérias benéficas, como Bifidobacteria e Lactobacilli, e podem aumentar temporariamente bactérias nocivas como Clostridium.

Os antibióticos também podem levar a alterações a longo prazo na flora intestinal. Depois de completar uma dose de antibióticos, a maioria das bactérias retorna após 1-4 semanas, mas seu número geralmente não retorna aos níveis anteriores.

Na verdade, um estudo descobriu que uma única dose de antibióticos reduziu a diversidade de Bacteroides, um dos grupos bacterianos mais dominantes, e aumentou o número de cepas resistentes. Estes efeitos permaneceram por até dois anos.

5. Falta de atividade física regular


A atividade física é simplesmente definida como qualquer movimento do corpo que queima energia.

Andar, jardinar, nadar e andar de bicicleta são exemplos de atividade física.

Ser fisicamente ativo tem uma série de benefícios para a saúde, incluindo perda de peso, menores níveis de estresse e um risco reduzido de doenças crônicas.

Além disso, estudos recentes sugerem que a atividade física também pode alterar as bactérias intestinais, melhorando a saúde intestinal.

Maiores níveis de aptidão foram associados a uma maior abundância de butirato, um ácido graxo de cadeia curta que é importante para a saúde geral e bactérias produtoras de butirato.

Um estudo descobriu que os jogadores de rugby profissionais tinham uma flora intestinal mais diversificada e duas vezes o número de famílias bacterianas, em comparação com os grupos de controle correspondentes ao tamanho corporal, idade e gênero.

Além disso, os atletas apresentaram níveis mais elevados de Akkermansia, uma bactéria que demonstrou desempenhar um papel importante na saúde metabólica e na prevenção da obesidade.

Resultados semelhantes foram relatados em mulheres.

Um estudo comparou a flora intestinal de 19 mulheres fisicamente ativas a 21 mulheres não ativas.

As mulheres ativas apresentaram uma maior abundância de bactérias que promovem a saúde, incluindo Bifidobacterium e Akkermansia, sugerindo que a atividade física regular, mesmo em intensidades de baixa a moderada, pode ser benéfica.

6. Fumo de cigarro


A fumaça do tabaco é constituída por milhares de produtos químicos, dos quais 70 podem causar câncer.

Fumar causa danos a quase todos os órgãos do corpo e aumenta o risco de doença cardíaca, acidente vascular cerebral e câncer de pulmão.

O tabagismo também é um dos fatores de risco ambientais mais importantes para a doença inflamatória intestinal, uma doença caracterizada por inflamação contínua do trato digestivo.

Além disso, os fumantes são duas vezes mais propensos a ter a doença de Crohn, um tipo comum de doença inflamatória intestinal, em comparação com não fumantes.

Em um estudo, a cessação do tabagismo aumentou a diversidade da flora intestinal, que é um marcador de intestino saudável.

7. Não dormir o suficiente


Dormir é muito importante para a saúde geral.

Estudos mostram que a privação do sono está associada a muitas doenças, incluindo obesidade e doença cardíaca.

O sono é tão importante que seu corpo tem seu próprio relógio de tempo, conhecido como seu ritmo circadiano.

É um relógio interno de 24 horas que afeta seu cérebro, corpo e hormônios. Pode mantê-lo alerta e acordado, mas também pode dizer ao seu corpo quando é hora de dormir.

Parece que o intestino também segue um ritmo diário circadiano. Perturbando o relógio do corpo através da falta de sono, o trabalho por turnos e atividades noturnas podem ter efeitos nocivos sobre as bactérias intestinais.

Um estudo de 2016 foi o primeiro a explorar os efeitos da privação de sono a curto prazo na composição da flora intestinal.
O estudo comparou os efeitos de duas noites de privação de sono (cerca de 4 horas por noite) versus duas noites de duração normal do sono (8,5 horas) em nove homens.

Dois dias de privação de sono causaram alterações sutis na flora intestinal e aumentaram a abundância de bactérias associadas ao ganho de peso, obesidade, diabetes tipo 2 e metabolismo da gordura.

8. Demasiado estresse


Ser saudável não é apenas uma questão de dieta, atividade física e sono adequado.

Os altos níveis de estresse também podem ter efeitos nocivos sobre o corpo. No intestino, o estresse pode aumentar a sensibilidade, reduzir o fluxo sanguíneo e alterar as bactérias intestinais.

Estudos em ratos mostraram que diferentes tipos de estresse, como isolamento, aglomeração e estresse por calor, podem reduzir a diversidade da flora intestinal e alterar os perfis intestinais.

Um estudo em humanos analisou o efeito do estresse sobre a composição das bactérias intestinais em 23 estudantes universitários.

A composição das bactérias intestinais foi analisada no início do semestre e no final do semestre durante os exames finais.

O alto estresse associado aos exames finais causou uma redução nas bactérias amigáveis, incluindo Lactobacilli.

Como melhorar a saúde intestinal

Uma flora intestinal rica de bactérias amigáveis ​​é essencial para a saúde geral.

Aqui estão algumas dicas sobre como melhorar sua flora intestinal:

    Coma mais alimentos probióticos: coma muitos alimentos ricos em fibras prebióticas, como legumes, cebolas, espargos, aveia, bananas e outros.
    Consuma mais probióticos: os probióticos podem aumentar a abundância de bactérias intestinais saudáveis. Os alimentos fermentados, como iogurte, kimchi, kefir e tempeh, são excelentes fontes. Você também pode começar a tomar um suplemento probiótico.
    Dê tempo para um sono de qualidade: para melhorar a qualidade do sono, tente cortar a cafeína no final do dia, durma em completa escuridão e faça uma rotina de sono estruturada de forma que você durma e acorde no mesmo horário todos os dias.
    Reduza o estresse: exercício regular, meditação e exercícios de respiração profunda podem ajudar a reduzir seus níveis de estresse. Se você se sentir com excesso de estresse, você pode consultar um psicólogo ou praticar yoga.
    Consuma alimentos ricos em polifenóis: boas fontes são mirtilos, vinho tinto, chocolate escuro e chá verde. Os polifenóis não são digeridos de forma muito eficiente e muitas vezes vão até o intestino, onde são digeridos por bactérias.

Resumo

As bactérias intestinais desempenham um papel importante na sua saúde geral e a diminuição da flora intestinal tem sido associada a uma série de condições de saúde.

Os fatores de dieta e estilo de vida, incluindo a baixa qualidade do sono, consumo de álcool e inatividade, podem prejudicar suas bactérias intestinais.

Alternativamente, viver um estilo de vida saudável caracterizado por atividade física regular, baixo estresse e uma variedade de alimentos integrais é a melhor maneira de garantir uma flora intestinal saudável.

Em muitos casos, alimentos fermentados e suplementos probióticos também podem ajudar.
P.S. Os compostos prebióticos são fibras não-digeríveis que funcionam como alimento para as bactérias intestinais benéficas, isto é, os probióticos – daí a importância de apostar na dupla para reorganizar a flora intestinal.
Os probióticos são produtos farmacêuticos ou alimentares (podem ser encontrados em iogurtes e leites fermentados) que contêm um ou mais micro-organismos vivos, como os lactobacilos e as bifidobactérias. Depois de consumidos, esses “bichinhos” se dirigem principalmente para o trato gastrointestinal e urogenital, estimulando o funcionamento saudável dessas áreas.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Você Já Provou o Sal Rosa do Himalaya?

O sal Himalayano cor-de-rosa é um tipo de sal naturalmente cor-de-rosa e minado perto dos Himalayas no Paquistão.


O que é sal?


O sal é um mineral formado em grande parte por cloreto de sódio composto.

O sal contém tanto cloreto de sódio - cerca de 98% do seu peso - que a maioria das pessoas usa as palavras "sal" e "sódio" de forma intercambiável.

O sal pode ser produzido evaporando a água salgada ou extraindo o sal  das minas de sal subterrâneas.

Antes de chegar ao supermercado, o sal de mesa também passa por um processo de refinação para remover impurezas e outros minerais, além do cloreto de sódio.

Às vezes, agentes antiaglomerantes são adicionados para ajudar a absorver a umidade, e o iodo é freqüentemente incluído para ajudar os consumidores a evitar a deficiência de iodo.

Os seres humanos têm usado sal para temperar e preservar alimentos por milhares de anos.

Curiosamente, o sódio também desempenha um papel importante em várias funções biológicas, incluindo o equilíbrio dos líquidos, condução nervosa e contração muscular.

Por esta razão, é absolutamente necessário ter sal, ou sódio, em sua dieta.

No entanto, muitos profissionais de saúde alegam que muito sódio pode levar à pressão arterial elevada e doenças cardíacas, embora pesquisas recentes tenham reavaliado esta questão. 

Devido aos perigos potenciais de consumir muito sal de mesa, muitas pessoas se voltaram para o sal rosa do Himalaia, por seu uma alternativa mais saudável.


O que é o sal do Himalaia rosa?


O sal Himalayano cor-de-rosa é um sal cor-de-rosa extraído da mina de sal de Khewra, que fica situada perto dos Himalayas no Paquistão.

A Mina de Sal de Khewra é uma das maiores e mais antigas minas de sal do mundo.

Acredita-se que o sal rosa do Himalaia colhido desta mina tenha sido formado há milhões de anos a partir da evaporação de antigos mares.

O sal é extraído à mão e minimamente processado para render um produto natural sem aditivos e pensado para ser muito mais saudável do que o sal de mesa.

Como o sal de mesa, o sal rosa do Himalaia também é na sua maior parte composto por cloreto de sódio.

Entretanto, o processo natural da colheita permite que o sal Himalayano cor-de-rosa possua muitos outros minerais e oligoelementos que não são encontrados no sal de mesa regular.

Algumas pessoas estimam que ele pode conter até 84 minerais diferentes e oligoelementos. Na verdade, são estes mesmos minerais, especialmente o ferro, que lhe dão a sua cor rosa característica.


Como é usado o sal do Himalaia rosa?


O sal Himalayano cor-de-rosa tem diversos usos dietéticos e non-dietéticos.


Você pode comer ou cozinhar sobre ele

Em geral, você pode cozinhar com o sal rosa do Himalaia como você faria com o sal de mesa regular. Pode usá-lo em molhos e saladas ou adicioná-lo à sua comida na mesa de jantar.

Algumas pessoas até usam sal rosa do Himalaia como uma superfície de cozimento. Grandes blocos do sal podem ser comprados e usados para grelhar e dar um sabor salgado à carnes e outros alimentos.

O sal rosa do Himalaya pode ser comprado finamente fundido assim como o sal de mesa regular, mas é comum também encontrar variedades grossas vendidas em cristais maiores.


Usos não dietéticos


Enquanto o sal rosa do Himalaia tem vários usos dietéticos, há também uma série de usos não-dietéticos.
O sal rosa do Himalaiya é usado em alguns sais de banho, que podem melhorar as condições da pele e curar dores musculares.

Lâmpadas de sal rosa também são usadas para a remoção de poluentes do ar. Estas lâmpadas consistem em grandes blocos de sal com uma fonte de luz interna que aquece o sal.

Além disso, passar o tempo em cavernas artificiais de sal rosa do Himalaia é popular entre as pessoas que procuram melhorar a pele e problemas respiratórios.


O sal rosa do Himalaia contém mais minerais


Tanto o sal de mesa como o sal rosa do Himalaia consistem principalmente de cloreto de sódio, mas o sal rosa do Himalaia tem até 84 outros minerais e oligoelementos.

Estes incluem minerais comuns como potássio e cálcio, bem como minerais menos conhecidos como estrôncio e molibdênio.

Apesar do sal do Himalaia rosa só conter pequenas quantidades de minerais adicionais,  ele pode fornecer uma série de benefícios para a saúde. Isto é verdade porque ele não contém aditivos, é colhido à mão e praticamente não é processado. É alcalinizante e como sabemos, doenças como o câncer e inflamações não prosperam em um ambiente alcalino.


Alguns dos benefícios que se acredita serem proporcionados pelo sal do Himalaia rosa estão os seguintes:

  • Melhora doenças respiratórias
  • Equilibra o pH do corpo
  • Reduz os sinais de envelhecimento
  • Melhora a qualidade do sono
  • Regula o açúcar no sangue
  • Aumentar a libido

Os céticos dizem que poucos desses benefícios foram comprovados por pesquisas científicas. É preciso provar para saber, não é mesmo?

Eu o uso todos os dias e me sinto em perfeita forma.
Custa bem mais caro do que um bom sal de mesa marinho mas acho que vale a pena.

sábado, 13 de maio de 2017

7 benefícios para a saúde de ameixas frescas ou secas



Ameixas são extremamente nutritivas e oferecem muitos benefícios à saúde.


Elas contêm muitas vitaminas e minerais, além de fibras e antioxidantes que podem ajudar a reduzir o risco de várias doenças crônicas.

Você pode consumir ameixas frescas ou secas. Ameixas secas são conhecidas por melhorar várias condições de saúde, incluindo constipação e osteoporose.

Este artigo lista 7 benefícios que a ameixa traz para a sua saúde baseados em resultados de pesquisas.

1. Elas contêm muitos nutrientes

Ameixas são impressionantemente ricas em nutrientes. Elas contêm mais de 15 diferentes vitaminas e minerais, além de fibras e antioxidantes.

As ameixas têm relativamente poucas calorias, mas contêm uma quantidade razoável de vitaminas e minerais importantes. Uma ameixa contém os seguintes nutrientes:

Ameixas Frescas 

Calorias: 30
Carbs: 8 gramas
Fibra: 1 grama
Açúcares: 7 gramas
Vitamina A: 5% da RDI
Vitamina C: 10% da RDI
Vitamina K: 5% da RDI
Potássio: 3% do RDI
Cobre: ​​2% do RDI
Manganês: 2% do RDI
Além disso, uma ameixa fornece uma pequena quantidade de vitaminas B, fósforo e magnésio.

Ameixas Secas

As ameixas secas têm mais calorias do que ameixas frescas. Uma porção de ameixas de 30 gramascontém o seguinte:

Calorias: 67
Carbs: 18 gramas
Fibra: 2 gramas
Açúcares: 11 gramas
Vitamina A: 4% da RDI
Vitamina K: 21% da RDI
Vitamina B2: 3% da RDI
Vitamina B3: 3% da RDI
Vitamina B6: 3% da RDI
Potássio: 6% da RDI
Cobre: ​​4% do RDI
Manganês: 4% do RDI
Magnésio: 3% do RDI
Fósforo: 2% do RDI
Em geral, o teor de vitaminas e minerais de uma porção de ameixas frescas e ameixas secas varia ligeiramente. As ameixas secas contêm mais vitamina K do que ameixas frescas e são um pouco mais ricas em vitaminas B e minerais.

Além disso, ameixas secas têm mais calorias, fibras e carboidratos do que ameixas frescas.


2. As ameixas secas e o suco de ameixa podem aliviar a constipação


As ameixas e o suco de ameixa são bem conhecidos por sua capacidade de aliviar a constipação.

Isto é em parte devido à alta quantidade de fibra em ameixas secas. Uma ameixa fornece 1 grama de fibra.

A fibra em ameixas secas é na maior parte insolúvel, o que significa que ela não se mistura com água.

Ela desempenha um papel na prevenção da constipação, adicionando volume às fezes e pode acelerar a taxa de resíduos que se move através de seu trato digestivo.

Além disso, ameixas e suco de ameixa contém sorbitol, que é um álcool de açúcar com efeitos laxantes naturais.

Comer ameixas é mais eficaz no tratamento da constipação do que muitos outros tipos de laxantes, como o psílio, que é um tipo de fibra muitas vezes usado para aliviar a constipação.

Em um estudo, as pessoas que consumiram 50 gramas de ameixas por dia durante três semanas relataram ter melhor consistência e freqüência de fezes em comparação com um grupo que consumiu psílio.

É importante ter em mente que comer muitas ameixas ao mesmo tempo pode levar a efeitos indesejáveis, como a diarréia. Para evitar que isso ocorra, é melhor ficar com uma dose de 1 / 4-1 / 2 xícara (44-87 gramas) por dia.

Se você estiver usando suco de ameixa, certifique-se que é 100% de suco sem adição de açúcares. Além disso, limite o tamanho da sua porção a 120-240 ml por dia.

3. Ameixas são ricas em antioxidantes

Ameixas são ricas em antioxidantes, que são úteis para reduzir a inflamação e proteger as células de danos causados ​​pelos radicais livres.

Elas são particularmente ricas em antioxidantes polifenóis, que têm efeitos positivos sobre a saúde óssea e podem ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas e diabetes.

De fato, alguns estudos mostraram que as ameixas contêm mais do que o dobro da quantidade de antioxidantes polifenol do que outras frutas populares, como nectarinas e pêssegos.

Muitos laboratórios e estudos em animais descobriram que os polifenóis em ameixas têm poderosos efeitos anti-inflamatórios, bem como a capacidade de prevenir danos às células que muitas vezes levam à doença.

Em um estudo em tubo de ensaio, os polifenóis nas ameixas reduziram significativamente os marcadores inflamatórios associados às doenças articulares e pulmonares.

As antocianinas, um tipo específico de polifenol, parecem ser os antioxidantes mais ativos encontrados nas ameixas. Podem ter efeitos poderosos na saúde, incluindo a redução do risco de doenças cardíacas e câncer.

4. Elas podem ajudar a diminuir o seu nível de açúcar no sangue

Apesar de ter muitos carboidratos, as ameixas não parecem causar um aumento substancial nos níveis de açúcar no sangue. 

Isso é atribuído ao seu potencial para aumentar os níveis de adiponectina, um hormônio que desempenha um papel na regulação do açúcar no sangue.
Adicionalmente, a fibra em ameixas pode ser parcialmente responsável por seus efeitos sobre o açúcar no sangue.

A fibra retarda a taxa em que seu corpo absorve carboidratos após uma refeição, fazendo com que o açúcar no sangue aumente gradualmente, ao invés de pico.

Além disso, o consumo de frutas como ameixas está associado a um menor risco de diabetes tipo 2.

5. Fortalece os ossos

O consumo de ameixas está associado a  um risco reduzido de doenças ósseas debilitantes, como osteoporose e osteopenia, que são caracterizadas por baixa densidade óssea.


Elas não só evitam a perda óssea, mas também podem reverter a perda óssea que já ocorreu.
As pesquisas sugerem que o consumo de ameixas pode aumentar os níveis de certos hormônios que estão envolvidos na formação óssea.

Contêm várias vitaminas e minerais que têm efeitos protetores dos ossos, incluindo vitamina K, fósforo, magnésio e potássio.

6. As ameixas podem beneficiar o coração

O consumo regular de ameixas pode ter um efeito protetor sobre a saúde do coração.
Elas têm sido estudadas pelo seu potencial de reduzir a pressão arterial elevada e os níveis de colesterol.

Em um estudo, os indivíduos que beberam suco de ameixa e comeram três ou seis ameixas por dia durante oito semanas foram comparados a um grupo que bebeu apenas um copo de água com o estômago vazio.

Aqueles que consumiram as ameixas e o suco de ameixa tinham níveis de pressão arterial significativamente mais baixos, colesterol total e colesterol LDL "ruim" do que o grupo que bebia água.
Outro estudo descobriu que os homens que tinham sido diagnosticados com colesterol elevado tinham níveis mais baixos de colesterol LDL após consumirem 12 ameixas por dia durante oito semanas.


Os efeitos positivos que as ameixas parecem ter sobre os fatores de risco para doenças cardíacas são provavelmente devido ao seu alto teor de fibra, potássio e antioxidantes.

7. Fácil de adicionar à sua dieta

Ameixas são convenientes e fáceis de incorporar em sua dieta.
Você pode comê-las por conta própria, ou apreciá-los em vitaminas e saladas, como nas seguintes receitas:

Resumo


Ameixas são uma excelente fonte de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes. Além disso, elas têm várias características que podem reduzir o risco de muitas doenças crônicas, como a osteoporose, câncer, doenças cardíacas e diabetes. Requerem pouca preparação, sendo muito fáceis de incorporar em sua dieta.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Seu Corpo está Ácido ou Alcalino?

 Faça o "Teste do Repolho Roxo"!


Ter o conhecimento sobre o nível de pH do seu corpo é essencial para evitar doenças. 
Para quem não sabe, pH significa "potencial de hidrogênio". 
Ele varia de 0 a 14, escala na qual o número 0 significa que o pH é muito ácido e o 14, bastante alcalino. 
Os dois extremos são ruins, como tudo na vida.

O ideal é que nosso corpo seja ligeiramente alcalino, ou seja, com pH entre 7,36 a 7,42.

É verdade que o metabolismo do corpo já produz ácidos, mas essa acidez é natural e fica sob controle. 
E geralmente o corpo mantém reservas de álcalis que podem ser utilizadas para neutralizar o excesso de acidez. 
No entanto, um excesso de alimentos formadores de acidez causará uma diminuição das reservas alcalinas.
Os rins são os grandes aliados que se esforçam para expulsar os ácidos do organismo, usando minerais alcalinos para isso, como potássio e magnésio.

A acidez é o berço dos problemas de saúde. 

Por isso é muito importante o consumo de alimentos alcalinos para buscar o equilíbrio do pH. 

Entre esses alimentos alcalinos, destacamos o limão e as folhas verde-escuras.

Muita gente ainda acredita que o limão é ácido. Mas ele é ácido apenas no sabor: depois de consumido, ele tem efeito alcalinizante. 

Ou seja: é maravilhoso para alcalinizar o seu corpo!

Para saber como está o nível de pH do seu corpo, você pode fazer testes de sangue e urina. 

Mas há um teste caseiro para você saber como anda o pH do seu corpo.
Depois de ler sobre a importância do equilíbrio ácido-alcalino, você deve estar ansioso para saber se o seu organismo está equilibrado ou ácido. Correto?

Nenhum teste, no entanto, pode determinar com precisão o quão ácido está seu organismo, pois os métodos disponíveis revelam apenas os resíduos ácidos presentes em fluidos corporais ou biológicos, como sangue, urina, saliva, linfa e muco. 

Tais testes não indicam a quantidade de resíduos ácidos já depositados no sistema como um todo.
Embora o grau de acidez ou alcalinidade de um fluido seja útil, é impossível determinar o real estado dos tecidos – pele, órgãos, glândulas, ligamentos, artérias e veias, apenas com testes. 

Os resíduos ácidos já depositados no organismo determinam a doença ou a saúde.

Teste do Repolho Roxo

O pH da urina pode ser estimado em sua própria casa usando algumas folhas de repolho roxo. 

Você pode:
           Ferver algumas folhas até obter uma água de cor roxa forte;
OU
           Para evitar o manuseio de líquido quente, bata no liquidificador algumas folhas cruas de repolho roxo com um pouco de água, retirando a polpa com o auxílio de peneira.

O teste em si é bem simples: Você terá que derramar esse líquido roxo no vaso sanitário, logo após ter urinado.

Veja AQUI os possíveis resultados:
           Se o líquido permanecer roxo: sua urina está ácida;
           Se o líquido ficar rosa: sua urina está muito ácida;
           Se o líquido ficar azul: sua urina está neutra.
           Se o líquido ficar azul claro: sua urina está levemente alcalina (e esse é o resultado ideal).


É isso! Espero que tenha gostado da dica e que fique “tudo azul”. Compartilhe com os seus amigos!

Original do blog Cura Pela Natureza.  Eu publiquei aqui porque é impossível ler a matéria lá sem curtir a página deles no Facebook, eu acho isso um abuso.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Como Uma Dieta Vegana Pode Ajudá-lo a Perder Peso


As pessoas podem escolher uma dieta vegana por uma variedade de razões, seja por causa do meio ambiente, ética animal ou saúde.

No entanto, algumas pessoas provam a dieta vegana apenas para perder o excesso de peso - e talvez esta seja uma boa razão.

Os veganos tendem a ter menor índice de massa corporal (IMC) do que a população em geral, e vários estudos reconhecem que uma dieta vegana pode promover a perda de peso.

Uma dieta vegana bem planejada é nutritiva, pode abaixar os níveis do açúcar no sangue e do colesterol além de diminuir o risco de determinadas doenças.

Este artigo explica como uma dieta vegana pode ajudá-lo a perder peso e compartilha algumas dicas sobre como seguir esta dieta de forma saudável.


Estudos mostram dietas veganas ajudam na perda de peso


Pesquisas freqüentemente relatam que os veganos são mais magros ou têm IMC mais baixos do que a população em geral.

Em um estudo, as pessoas seguindo uma dieta vegana por 18 semanas perderam 4,2 kg a mais do que aqueles que não fizeram mudanças na dieta.

Outro estudo comparou dietas veganas com dietas vegetarianas, pescatarianas, semi-vegetarianas e onívoras.


Os participantes atribuídos ao grupo vegano perdeu uma média de 7,5% do seu peso corporal durante o período de estudo de 4 meses. Isso foi mais do dobro do peso da média perdida em cada um dos outros quatro grupos.

Uma dieta vegana parece mesmo ajudar as pessoas a perder peso de forma mais eficaz do que dietas comumente recomendadas por várias autoridades de saúde diferentes.

De fato, uma dieta vegana de baixo teor de gordura ajudou os participantes de um estudo a perder de 2 a quase 3 vezes mais peso do que as dietas recomendadas pela American Dietetics Association (ADA), a American Heart Association (AHA) e o National Cholesterol Education Program (NCEP).

Em um estudo que acompanhou os participantes um ano após o período inicial da pesquisa, os pesquisadores relataram que todos os participantes recuperaram algum peso.

No entanto, aqueles a quem fora atribuída inicialmente a dieta vegana permaneceram 2,3 kg mais magros do que aqueles a quem fora atribuída a dieta controle de perda de peso.


Por que as dietas Veganas ajudam na perda do peso


Para perder peso, você precisa criar um déficit calórico.

Uma dieta vegana pode ajudá-lo a criar este déficit de calorias de várias maneiras.


  • Mais Rica em Fibra


Para começar, uma dieta vegana geralmente contém uma boa quantidade de frutas, legumes, grãos integrais, feijões, ervilhas, nozes e sementes.

Tais alimentos tendem a ser ricos em fibras, um nutriente que pode ajudar a reduzir a fome e aumentar a sensação de saciedade.

Uma maior ingestão de fibra pode ajudá-lo a atingir o déficit calórico necessário para a perda de peso sem restringir a sua ingestão de calorias ou tamanhos de porções.

Estudos mostram que consumir um extra de 14 gramas de fibra por dia pode naturalmente diminuir sua ingestão de calorias em até 10%. Isso poderia levar a uma perda de 1,9 kg durante um período de aproximadamente 4 meses.

O alto teor de fibra da dieta vegana também pode explicar por que os participantes do estudo atribuídos a uma dieta vegana muitas vezes perdem peso apesar de serem autorizados a comer até que se sintam fartos.


  • Menas calorias


Devido ao seu maior teor de frutas e legumes, uma dieta vegana fornece menos calorias para o mesmo volume de alimentos. Em outras palavras, é menos densa em calorias.

Praticamente falando, você teria que comer aproximadamente 300 gramas de brócolis cozidos ou cerca de 280 gramas de melão para consumir 100 calorias.

Enquanto isso, seria apenas cerca de 55 gramas de peito de frango ou cerca de 30 gramas de queijo para atingir o mesmo número de calorias.

A menor densidade calórica de alimentos vegetais faz com que você se sinta cheio com menos calorias, contribuindo assim potencialmente para o déficit calórico necessário para a perda de peso.


  • Limita sua ingestão de certos alimentos


Muitos dos alimentos que você encontra no dia a dia contêm produtos de origem animal.

Estes incluem opções de alto teor calórico e de baixo teor de nutrientes, como alimentos processados ​​e produtos assados, que são enganosamente fáceis de comer em excesso.

Estudos mostram que estar exposto a esses alimentos torna você mais propenso a consumi-los.

Seguir uma dieta vegana pode tornar mais fácil limitar ou evitar essas opções.

Por exemplo, é mais fácil evitar comer mais calorias do que você precisa quando o café não oferece biscoitos ou quando uma tigela de doces só contém chocolate com leite.

Uma pesquisa mostra que ter acesso a uma maior variedade de alimentos pode te induzir a consumir até 23% mais calorias sem pensar.

Ao limitar suas escolhas alimentares a um seleto grupo de alimentos, uma dieta vegana pode ajudar a reduzir o risco de excessos.

Uma dieta vegana também pode restringir a variedade de escolhas que você tem ao comer fora. Como resultado, muitos veganos optam por cozinhar em casa, em vez de ir a restaurantes.
Refeições feitas em casa muitas vezes contêm menos gordura, açúcar e calorias em geral do que as refeições de restaurante.
Isso pode ajudá-lo a limitar as calorias e perder peso.


Benefícios e Riscos


Além de ajudá-lo a perder peso, uma dieta vegana bem planejada é nutritiva e pode oferecer uma variedade de benefícios à saúde. No entanto, uma dieta vegana mal planejada pode aumentar certos riscos.
Uma dieta vegeana tende a conter uma boa quantidade de frutas, legumes, grãos integrais, nozes e sementes - todos os quais são ricos em vitaminas, minerais, fibras e vegetais saudáveis.
Em comparação com as dietas recomendadas pelas autoridades americanas de saúde como a ADA, AHA e NCEP, dietas veganas parecem ser até 2,4 vezes mais eficazes na redução dos níveis de açúcar no sangue em diabéticos.
Além disso, vários estudos relatam que as dietas veganas reduzem os níveis de colesterol total e LDL "ruim".


Uma dieta com a capacidade de reduzir os níveis de colesterol e de açúcar no sangue pode ser particularmente benéfica, incluindo diminuir o risco de doença cardíaca de até 46%.


Estudos mostram que uma dieta vegana pode reduzir os sintomas da artrite, bem como, dores nas articulações, inchaço e rigidez matinal.

Dietas veganas bem planejadas são consideradas nutritivas e seguras para todos os estágios da vida.
Mas as dietas veganas mal planejadas podem aumentar o risco de deficiências nutricionais e riscos à saúde.

Por exemplo, veganos são mais propensos a sofrer de uma deficiência de vitamina B12.
Este risco parece especialmente evidente para os veganos que não consomem suplementos de vitamina B12 .

Dietas veganas também podem ter pouco cálcio, ácidos graxos ômega-3, iodo, ferro e zinco.
O consumo de quantidades insuficientes desses nutrientes pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo danos ao sistema nervoso, hipotireoidismo, anemia, fraturas ósseas e depressão.

Não contendo alimentos fermentados, como chucrute e natto, elas podem também não ter suficiente vitamina K2, um nutriente importante para a saúde do coração e dos ossos.

45 % das pessoas são incapazes de converter o beta-caroteno encontrado em cenouras e outros vegetais cor de laranja em retinol, a forma ativa de vitamina A. Da mesma forma, a genética de algumas pessoas pode tornar mais difícil manter níveis adequados de colina, um nutriente importante para o coração, fígado e sistema nervoso.

Se estiver interessado em uma dieta vegana, você deve considerar bem a sua escolha de alimentos e eventualmente medir seus níveis de nutrientes no sangue.

Boas dietas geralmente contêm muitos alimentos ricos em nutrientes que podem ajudar a reduzir o risco de várias doenças.

No entanto, é importante certificar-se de que sua dieta seja bem planejada para evitar deficiências nutricionais.


Como perder peso com segurança em uma dieta vegana


Eliminar produtos de origem animal de uma dieta não leva automaticamente à perda de peso para todos.
Uma dieta vegana também não é automaticamente sinônimo de dieta saudável.
Aqui estão algumas dicas para manter em mente para maximizar a perda de peso, garantindo que você continue a satisfazer todas as suas necessidades de nutrientes:

Coma muitos legumes:
Consuma uma grande variedade de vegetais, e  preencha pelo menos 50% do seu prato com eles em cada refeição.

Carregue na proteína:
Inclua alimentos ricos em proteínas, como tofu, tempeh, seitan, feijão, lentilhas e ervilhas em cada refeição.

Monitore a ingestão de gordura:
Evite consumir grandes quantidades de óleos e plantas ricas em gordura, como abacates, azeitonas, coco, nozes e sementes, uma vez que são ricos em calorias.

Limite alimentos processados:
Minimize a ingestão de alimentos processados.

Mantenha o controle do que você come:
Acompanhe sua ingestão usando um diário de alimentos e meça os níveis de nutrientes no sangue para garantir que você atenda às suas necessidades nutricionais.

Obtenha nutrientes suficientes:
Seguir estas diretrizes irá ajudá-lo a perder peso em uma dieta vegana sem comprometer o seu estado nutricional.


Vegan Junk Food é ainda junk Food


Nem todas as dietas veganas são igualmente benéficas.
Algumas dietas veganas favorecem alimentos de sucata tais como Oreos, os queijos mock ou as grãos processados.
É improvável que você encontre os nutrientes necessários para uma boa saúde nessas dietas.

Os alimentos veganos  processados tendem a conter mais calorias, açúcar e gordura. 
Eles também muitas vezes contêm quantidades limitadas de proteína e fibra, fazendo com que saciem menos.
É por isso que um lanche de 200 calorias de grãos é geralmente mais eficaz na redução da fome do que o mesmo número de calorias de um sorvete vegano.
Os grãos também podem impedi-lo de comer demais mais tarde no dia, tornando mais fácil para você criar e manter o déficit calórico necessário para perder peso.


Resumo


Uma dieta vegana pode ser muito eficaz para ajudá-lo a perder peso.
Isto é especialmente verdade se ela conter um boa quantidade de alimentos ricos em nutrientes e quantidades limitadas de alimentos altamente processados ​​ou com alto teor de gordura.
Além de ajudar você a perder peso, uma dieta vegana também pode ajudar a melhorar sua saúde em uma muitas maneiras.

Se você quiser experimentar esta dieta, você pode verificar se ela está atendendo suas necessidades nutricionais rastreando sua ingestão diária e verificando os níveis de nutrientes do sangue periodicamente.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Macarrão Instantâneo. É Bom ou Ruim Para a Sua Saúde?



O Macarrão Instantâneo é um alimento popular comido no mundo todo.

Embora ele seja barato e fácil de preparar, há controvérsia sobre se ele tem ou não efeitos adversos para a saúde.

Isso ocorre porque eles contêm poucos nutrientes e altas quantidades de sódio e MSG (Monosódio Glutamato).

Este artigo analisa os possíveis efeitos do macarrão instantâneo sobre a saúde.

O que é macarrão instantâneo?

Macarrão instantâneo é um tipo de macarrão pré-cozido, geralmente vendido em pacotes individuais ou copos e tigelas.

Os ingredientes típicos nos macarrões incluem farinha, sal e óleo de palma. Os pacotes de aromatizantes contêm geralmente sal, tempero e glutamato monossódico (MSG).

Depois que os macarrões são feitos na fábrica, eles são cozidos, secos e embalados.

Cada embalagem contém um bloco de macarrão seco, bem como um pacote de aromatizante e / ou óleo para tempero. Os consumidores cozinham ou molham o bloco de macarrão em água quente com o aroma antes de comê-lo.
Algumas marcas de Macarrão Instantâneo são:

Nissin Miojo
Nestlê
Selmi
Santa Amália
M Dias Branco


Fatos nutricionais sobre os macarrões instantâneos:


Embora possa haver algumas diferenças entre as marcas e sabores de macarrão instantâneo, a maioria dos tipos têm certos nutrientes em comum.

A maioria dos tipos de macarrão instantâneo tendem a ser pobres em fibras e proteínas, com maiores quantidades de gordura, carboidratos, sódio e selecionados micronutrientes.

Uma porção de macarrão instantâneo em média contém estes nutrientes:

Calorias: 188
Carbs: 27 gramas
Gordura total: 7 gramas
Gordura saturada: 3 gramas
Proteína: 4 gramas
Fibra: 0,9 gramas
Sódio: 861 mg
Tiamina: 43% da RDI
Folato: 12% do RDI
Manganês: 11% do RDI
Ferro: 10% do RDI
Niacina: 9% da RDI
Riboflavina: 7% da RDI
Tenha em mente que um pacote de macarrão contém duas porções, por isso, se você está comendo o pacote inteiro em uma sessão, os montantes acima seriam dobrados.

É também preciso notar que existem algumas variedades especiais disponíveis que são comercializadas como opções mais saudáveis. Estes podem ser feitos usando grãos inteiros ou ter quantidades mais baixas de sódio ou gordura.

Com 188 calorias por porção, macarrões instantâneos são mais baixos em calorias do que alguns outros tipos de massas.

Uma porção de lasanha pré-embalada, por exemplo, contém 377 calorias, enquanto uma porção de espaguete enlatado e almôndegas tem 257 calorias.

Porque macarrão instantâneo é mais pobre em calorias, comê-los poderia potencialmente levar à perda de peso, uma vez que pode levar a uma diminuição da ingestão calórica.

Por outro lado, muitas pessoas comem o pacote de macarrão inteiro em uma sessão, o que significa que eles estão realmente consumindo duas porções.

Também é importante notar que macarrão instantâneo é pobre em fibra e proteína, o que pode não os torna a melhor opção quando se trata de perda de peso.

Foi demonstrado que proteína aumenta a sensação de saciedade e diminui a fome, tornando-se uma ferramenta útil no controle do peso.

A fibra, por outro lado, se move lentamente através do trato digestivo, ajudando a promover a sensação de saciedade e de conseqüência, aumentando a perda de peso.

Com apenas 4 gramas de proteína e 1 grama de fibra por porção, uma porção de macarrão instantâneo provavelmente não ajudará muito para que você se sinta saciado. Assim, apesar de ser pobre em calorias, pode não beneficiar sua cintura.



O macarrão instantâneo pode fornecer micronutrientes importantes


Apesar de serem relativamente pobres em alguns nutrientes como fibra e proteína, o macarrão instantâneo contém vários micronutrientes, incluindo ferro, manganês, folato e vitaminas do complexo B.

Alguns macarrões instantâneos também são fortificados com nutrientes adicionais.

Além disso, alguns macarrões instantâneos são feitos usando farinha de trigo fortificada, que aumenta a ingestão de micronutrientes sem alterar o sabor ou a textura do produto final.

Pesquisas também mostraram que comer macarrão instantâneo pode ser associado com um aumento na ingestão de certos micronutrientes.

Um estudo de 2011 comparou a ingestão de nutrientes de 6.440 consumidores de macarrão instantâneo e outros que não comeram.
Aqueles que consumiram macarrão instantâneo tiveram uma ingestão 31% maior de tiamina e uma ingestão 16% maior de riboflavina do que aqueles que não comeram macarrão instantâneo.


Macarrões instantâneos contêm um ingrediente conhecido como glutamato monossódico (MSG), um aditivo alimentar comum usado para aumentar o sabor em alimentos processados.
Embora a FDA reconheça o MSG (ingrediente de MSG), como seguro para o consumo, os seus potenciais efeitos sobre a saúde continuam a ser controversos.


Nos EUA, os produtos que contêm MSG são obrigados a dizê-lo no rótulo de ingredientes.
O MSG também é encontrado em outros produtos como proteína vegetal hidrolisada, extrato de soja, tomates e alguns queijos industrializados.

Alguns estudos ligaram o consumo de MSG ao ganho extremamente alto de peso e até mesmo ao aumento da pressão sangüínea, dores de cabeça e náuseas.

No entanto, outros estudos não encontraram associação entre peso e MSG quando as pessoas o consomem em quantidades moderadas.

Algumas pesquisas também sugeriram que o MSG pode afetar negativamente a saúde do cérebro. Um estudo de tubo de ensaio descobriu que MSG poderia causar inchaço e morte de células cerebrais maduras.

O MSG é provavelmente seguro se consumido com moderação, mas algumas pessoas podem ter uma sensibilidade ao MSG e devem evitar a sua ingestão.
Esta condição é conhecida como o complexo sintoma MSG Quem sofre pode experimentar sintomas como dores de cabeça, tensão muscular, dormência e formigamento.


A Ingestão de Macarrão Instantâneo Pode Estar Ligada à Uma Dieta de Má Qualidade


Algumas pesquisas descobriram que o consumo regular de macarrão instantâneo pode estar associado a uma diminuição na qualidade global da dieta. Um estudo comparou as dietas de consumidores de macarrão instantâneo e consumidores que não os consuma.

Os consumidores de macarrão instantâneo tiveram uma ingestão aumentada de alguns micronutrientes selecionados, eles tiveram uma ingestão significativamente reduzida de proteína, cálcio, vitamina C, fósforo, ferro, niacina e vitamina A.

Adicionalmente, o estudo descobriu que os consumidores de macarrão instantâneo tiveram um aumento na ingestão de sódio e calorias em comparação com os consumidores de macarrão não instantâneo.

O macarrão instantâneo também pode aumentar o risco de desenvolver a síndrome metabólica, uma doença que aumenta o risco de doenças cardíacas, diabetes e acidente vascular cerebral.
Um estudo de 2014 analisou as dietas de 10.711 adultos. Encontrou que comer macarrão instantâneo pelo menos duas vezes por semana aumentou o risco de síndrome metabólica em mulheres.
Outro estudo analisou o status de vitamina D e sua relação com fatores dietéticos e estilo de vida em 3.450 adultos jovens. A ingestão de macarrão instantâneo foi associada com menores níveis de vitamina D.
Também foi associado à obesidade, um estilo de vida sedentário e ingestão de bebidas açucaradas.


Eles Contêm Muito Sódio


Uma única porção de macarrão instantâneo contém 861 mg de sódio. No entanto, se você comer todo o pacote, essa quantidade dobra para 1.722 mg de sódio.
Existem evidências de que o consumo elevado de sódio pode ter um efeito negativo sobre a saúde. Isto porque o alto consumo de sódio pode causar um aumento da pressão arterial.
Os negros, com mais de 40 anos ou têm história familiar de hipertensão arterial são os mais susceptíveis de serem afetados.


Estudos têm demonstrado que a redução da ingestão de sódio pode ser benéfica para aqueles que são sensíveis ao sal. 
Um estudo analisou os efeitos da ingestão reduzida de sal em mais de 3.153 participantes.
Em participantes com pressão arterial elevada, cada redução de 1.000 mg de sódio levou a uma redução de 0,94 mmHg na pressão arterial sistólica.

Outro estudo seguiu adultos com risco de desenvolver hipertensão arterial durante um período de 10 a15 anos para examinar os efeitos a longo prazo da redução do sal.
No final, constatou-se que a redução da ingestão de sódio diminuiu o risco de um evento cardiovascular em até 30%.



Como selecionar o macarrão instantâneo mais saudável


Se você gosta de comer ocasionalmente macarrão instantâneo, existem maneiras de torná-lo mais saudável.
Escolha um macarrão instantâneo feito de grãos inteiros, por exemplo. Ele pode ter mais fibra e aumentar a sua saciedade.
Um macarrão instantâneo com pouco sódio também pode ajudar a reduzir a sua ingestão de sódio.
Você também pode usar seu macarrão instantâneo como uma base e misturá-lo com alguns ingredientes saudáveis para fazer uma refeição mais bem equilibrada.
Adicionar alguns legumes e uma boa fonte de proteína pode melhorar o perfil nutricional do seu jantar instantâneo.


Resumo:


Com moderação, você pode incluir macarrão instantâneo em sua dieta sem provocar efeitos negativos para a saúde. 
No entanto, eles são pobres em nutrientes, por isso não use-os freqüentemente em sua dieta. 
Além do mais, o consumo freqüente é ligado à má qualidade da dieta e a um risco maior de síndrome metabólica. 
Em geral, moderar seu consumo, escolher uma variedade saudável, adicionar alguns vegetais e uma fonte de proteína pode ser sábio.