Pesquisar este blog

domingo, 11 de janeiro de 2015

Ataques de pânico, sintomas, causas e como curar


Um ataque de pânico, também conhecido como crise de pânico ou crise de ansiedade, é  um período de intenso medo ou desconforto, tipicamente abrupto.
Os sintomas (variam de pessoa para pessoa e são no mínimo cinco para ser considerada uma crise) incluem tremores, calafrios, sensação de desespero, desrealização ou despersonalização, ondas de calor, dificuldade em respirar, palpitações do coração, náuseas e tontura.
A desordem difere de outros tipos de ansiedade na medida em que o ataque de pânico acontece de forma súbita, parece não ter sido provocado e é geralmente incapacitante.
Na maioria das vezes, aqueles que têm um ataque de pânico provavelmente terão outros. Pessoas que têm ataques repetidamente ou possuem uma ansiedade severa de ter outro ataque ou possuem o chamado transtorno do pânico.
Muitos dos que sofrem de ataques de pânico relatam medo repentino da morte, um "estado de loucura" ou uma perda de controle das emoções e do comportamento, sensação de estar tendo um ataque cardíaco, "visão piscando", sensação de desmaio, náuseas, sensação de dormência em todo o corpo e respiração pesada (e, quase sempre, hiperventilação).
Muitas pessoas também relatam "visão de túnel" (perda da visão periférica), devido à reação de defesa do corpo que faz com que o fluxo de sangue saia da cabeça para as partes mais críticas durante o ataque.
As experiências geralmente provocam uma forte urgência de escapar ou se ver distante do local onde o ataque começou (a reação de lutar ou fugir) e, quando associadas a dores no peito ou falta de ar, podem necessitar de tratamento médico de urgência, pelos sintomas apresentados.
Um ataque de pânico é uma resposta do sistema nervoso simpático (SNS).
O ataque de pânico, é considerado uma reação de alerta do organismo, quando o individuo se obriga a viver uma vida não condizente com suas crencas mais profundas e suas reais aspirações na vida.
O paciente se impõe um estilo de vida e/ou um modo de pensar que aparentemente o faz feliz e o desculpa diante de si mesmo por viver de maneira não condizente com seus reais princípios.
O SNS então manda sinais ao corpo dizendo que algo não está funcionando como deveria, que há uma discrepância entre o modo de falar ou agir do indivíduo e as suas reais convicções.
Essas convicções são geralmente enraizadas profundamente no nosso subconsciente, podem se tratar de fé, de princípios de integridade, honestidade, preconceitos, obrigações morais impostas pela sociedade e/ou pela família que não se inserem na lógica do paciente; normalmente são convicções impostas pela família desde a mais tenra idade e entram em conflito na mente do indivíduo quando o mesmo começa a pensar com sua própria cabeça e a usar sua propria lógica.
Normalmente esses contrastes são relacionados com a nossa "verdade" interior, mais profunda e sublime.
Por este motivo é muito difícil encontrar as causas dos ataques de pânico sem consultar um competente fisioterapeuta e participar de longas sessões de psicoterapia de grupo nas quais os pacientes trocam experiências entre si e se ajudam mutuamente, com o monitoramento de um psiquiatra e um psicólogo.
Em alguns casos todavia, e possível identificar as causas profundas da ambiguidade em que um indivíduo vive, quando o mesmo afirma "verdades" que ele mesmo sabe, no fundo da sua alma, que se tratam de enganos, que não têm lógica.
Não é fácil recomeçar do princípio, traçando um caminho de verdades e aplicando-as na vida quotidiana, principalmente se o sujeito está habituado a viver no engano por toda a vida.
Em alguns casos ele realmente não consegue reconhecer a verdade quando a encontra, em outros ele está tão acostumado a mentir e a fingir para satisfazer as aspirações dos outros que não consegue encontrar forças para se rebelar, preferindo viver às custas de psicofarmacos.
E preciso salientar que os psicofarmacos não resolvem o problema, eles somente aliviam os sintomas na espera da próxima crise.
Uma dica para quem sofre de ataques de pânico:
As vezes uma pessoa começa a se contar pequenas mentiras para fugir de uma realidade dura demais, ou porque quer fuguir da solidão, agradar a família ou os amigos, conquistar partners, etc.
Com o tempo aquelas pequenas mentiras vão se transformando no que eles chamam de "verdade relativa" e passam a crer nelas.
No fundo no fundo, porém, eles sabem que tudo aquilo foi inventado, mas não conseguem admití-lo porque uma admissão significaria mudar completamente o seu estilo de vida e provavelmente teriam que trocar os amigos, o trabalho, o marido/a mulher, teriam que se desmascarar diante dos filhos, da igreja e assim por diante.
Tudo vai ficando cada vez mais complicado com o passar dos anos e as mentiras vão aumentando cada vez mais para justificar as primeiras até chegar a um ponto em que o indivíduo não se reconhece mais.
É a esse ponto que o seu sistema nervoso começa mandar os sinais de que não aguenta mais a pressão através dos ataques de pânico,insônia, insatisfação constante, irritabilidade, arrogância.
Eu conheci pessoas que mentem para si mesmas porque pensam que não são capazes de viver segundo um standard que elas mesmas consideram ideiais. Em outras palavras, pensam que precisam ser melhores do que realmente são para serem aceitas.
Se enganam dizendo que a fé e uma coisa que nao é , que Deus é uma coisa que nao é , que a politica é uma coisa que não é e assim por diante.
Perdem de vista suas prioridades.
Aqui vai a dica:
Se você se reconhece em um desses modelos de comportamento, comece a mudar agora mesmo.
Faça uma análise de seu próprio comportamento e descubra de que lado você está.
Se pergunte:
Você semeia a discórdia ou a concórdia? O medo ou a coragem? A fé ou a descrença? A alegria ou a tristeza? O ânimo ou o desânimo?
Você deseja relamente no fundo do seu coração o bem para o seu próximo ou está sempre esperando que os seus melhores amigos, irmãos, parentes caiam para que você prevaleça?
Você tem medo do sucesso altrui?
Como você vai estar na hora da sua morte? Alegre ou triste?
O que vão falar de você depois da sua morte?
Esta é uma simples análise de consciência que você pode fazer para descobrir como acabar de vez com suas crises de pânico.
João 8:32: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.