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segunda-feira, 6 de maio de 2013

A Parábola do Passarinho

Um passarinho voou pelo mundo afora      (per la versione italiana scrollare la pagina )

"Seja forte e sábio",
 lhe disseram seus pais. "E o que você aprender compartilha com todo mundo assim como nós compartilhamos com você. Porque você é uma parte de tudo o que existe.
 " Assim também deixamos-lhe, Senhor, uma eternidade atrás. A nossa era uma missão sagrada. Nós tínhamos recebido a missão de aprender grandes lições de vida, de frutificar Teus presentes para expandir e multiplicar.
Infelizmente, nós abandonamos a nossa missão. Em vez disso, temos acumulado egoisticamente. Mesmo quando, repetidamente, perdemos tudo, não nos tornamos sábios.
O jovem pássaro em vôo, pela primeira vez,
vangloriou-se de sua nova força. Ele começou a pensar: "Que tolo eu seria a partilhar a minha força com os outros! O que é a sabedoria, se não pegar o que é meu, só para mim? ".
 Assim somos nós, como o pássaro; que entrou na segunda etapa da viagem chamada "A Revolta".
Esse curto dia do pássaro durou milênios no tempo humano.
Quando chegou a noite, ele entrou em uma nuvem de tempestade, e logo encontrou-se lutando por sua vida.
O vento e a chuva batiam nas suas asas. Quanto mais ele debatia , mais ele se tornava frágil.
 "Abandone-se em meus braços", gritou o vento. "À sua força, eu posso adicionar a minha."

Sem escolha, o pássaro aceitou o seu conselho e, de repente, ele se viu pairando alegremente acima das nuvens.
 As horas passavam, a noite caía.
O pássaro estava assustado: "Como eu posso voar", ele disse, "nesta escuridão?
E a noite ele sussurrou: "Não temas, porque eis que a paz espera por você no desconhecido! Abandona-te a mim, e sua força será renovada. "
Depois de um tempo 'o pequeno rebelde se rendeu, e descobriu que a noite estava certa. A chuva e o céu e as planícies verdes, todos cantaram:
"Olha, a força de voar
nunca foi sua! Volte-se para a fonte de todo o poder, se você quiser vencer o medo e a fraqueza.
" O pássaro perguntou, "Onde posso encontrar essa fonte?»
Eles disseram: "Busque no seu mais
profundo ser, em seu próprio eu."
Assim, aos poucos, ele entrou na terceira fase de sua jornada, denominada "Investigação".
Nós, agora, como o pássaro, percebemos que os ventos são a maneira que a vida tem para nos dar força e coragem; que até mesmo o medo, como sombras em uma estátua, dá luz e substância à esperança. Das profundezas da nossa ignorância, Senhor, imploramos a Tua ajuda: não existe uma razão profunda para as nossas vidas? Aqui, tudo o que nós pensávamos que era luz não era mais que escuridão!
 Quem somos nós, realmente?
Para que finalidade fomos criados?
Como sempre, repetidamente, por meio de seus filhos iluminados, a resposta é:
A criação das estrelas, das luas, dos planetas, das galáxias que giram nas marés do espaço, dos continentes em movimento, das altas montanhas de neve eterna e das profundezas escuras e silenciosas dos oceanos, Ele tinha um único propósito: o
nascimento da vida, e com esse nascimento , o crescimento da auto-consciência: uma passagem pelos corredores escuros da consciência para emergir no final na Luz Infinita, na perfeita alegria!
Swami Kriyananda para ba Cerimônia Dominical da Luz.

Versione in italiano

La parábola dell'uccellino


Un uccellino volò fuori nel mondo.
«Diventa forte e saggio» gli dissero i suoi genitori. «E quello che impari condividilo con tutti, così come noi lo abbiamo condiviso con te. Perché tu sei una parte di tutto ciò che esiste».
Così Ti abbiamo lasciato, Signore, eternità addietro. La nostra era una missione santa. Ci avevi dato il compito di imparare grandi lezioni dalla vita, fruttificando i Tuoi doni per espanderli e moltiplicarli. Purtroppo, abbiamo abbandonato la nostra missione. Invece, abbiamo accumulato egoisticamente. Anche quando, ripetutamente, abbiamo perso tutto, non siamo diventati saggi.
ll giovane uccellino, in volo per la prima volta, si gloriò della sua nuova forza. Cominciò a pensare: «Come sarei sciocco a condividere la mia forza con gli altri! Che cos’è la saggezza, se non tenere ciò che è mio solo per me stesso?».
Così noi, come quell’uccellino, siamo entrati nella seconda fase del viaggio, chiamata: “La rivolta”.
Quel breve giorno dell’uccellino durò degli eoni in tempo umano. Quando venne il pomeriggio, egli entrò in una nuvola tempestosa e ben presto si trovò a lottare per la propria vita. Vento e pioggia colpivano le sue ali. Più egli batteva le ali, più diveniva debole. «Abbandonati nelle mie braccia!» urlò il vento. «Alla tua forza, potrò allora aggiungere la mia».
Alla fine l’uccellino seguì il suo consiglio e, di colpo, si trovò a volteggiare gioiosamente al di sopra per emergere alla fine nella Luce infinita, nella gioia perfetta delle nubi.
 Le ore passarono; si fece notte. L’uccellino s’impaurì. «Come posso volare» esclamò «in questa oscurità?». E la notte sussurrò: «Non temere, poiché, ecco, la pace ti attende nell’ignoto! Abbandonati a me e le tue forze saranno rinnovate».
 Dopo un po’ il piccolo ribelle si abbandonò, e scoprì che il consiglio della notte era giusto. E la pioggia ed il cielo e le verdi pianure, tutti cantarono: «Guarda, la forza di volare non è mai stata tua! Rivolgiti alla sorgente di ogni potere, se vuoi vincere la paura e la debolezza».
L’uccellino chiese: «Dove posso trovare questa sorgente?». Ed essi risposero: «Cercala nelle più vaste profondità dell’Essere, nel tuo stesso Sé». Così, gradualmente, egli entrò nella terza fase del suo viaggio, chiamata: “La ricerca”.
 Noi, ora, come quell’uccellino, abbiamo realizzato che i venti contrari sono il modo che ha la vita di darci forza e coraggio; che perfino la paura, come ombre su una statua, dà luce e sostanza alla speranza.
 Dalle profondità della nostra ignoranza, Signore, imploriamo il Tuo aiuto: non c’è alcuno scopo profondo nella nostra vita? Ecco, tutto quel che credevamo luce non era che oscurità!
Chi siamo noi, in realtà?
Per quale fine siamo stati creati?
 Da sempre, ripetutamente, attraverso i Tuoi figli risvegliati, viene la risposta:
La creazione delle stelle, delle lune, dei pianeti, delle galassie che ruotano nelle maree dello spazio, dei continenti in movimento, delle alte montagne, delle nevi eterne e delle oscure, silenziose profondità degli oceani, aveva solo uno scopo: la nascita della vita; e con questa nascita, la crescita dell’autoconsapevolezza: un passaggio attraverso gli oscuri corridoi della coscienza.
Swami Kriyananda per la cerimonia domenicale della Luce

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