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terça-feira, 18 de junho de 2013

Conhecendo Melhor Marco Feliciano

Conselho e governo criticam discussão sobre ‘cura gay’



Projeto que vai a votação em comissão acaba com veto à ação de psicólogos que veem a homossexualidade como uma doença


O Conselho Federal de Psicologia e o governo reagiram  à decisão do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) de colocar o chamado "projeto de cura gay" em votação no plenário da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
O Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), anula parte do artigo 3.º e todo o artigo 4.º de uma resolução interna do conselho de psicologia de 1999. Esses trechos da resolução condenam a atuação de psicólogos na tentativa de "curar" homossexuais. O projeto de Campos deve ser votado na semana que vem.
Os trechos da resolução aos quais se refere o projeto afirmam que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura da homossexualidade" e "não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica".
O projeto de Campos diz que a resolução do conselho de psicologia, "ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional, por intermédio do questionado ato normativo, extrapolou o seu poder regulamentar".
O conselho questionou o argumento de Campos ao dizer que os trechos da resolução qualificam a atuação do profissional e coíbem o surgimento das "terapias de reversão", que propõem a cura da homossexualidade. "Essa resolução é um marco e representa um obstáculo concreto ao avanço das terapias de reversão", disse a vice-presidente do conselho, Clara Goldman, para quem o tratamento "carece de justificativa científica e é eticamente inaceitável". "Existem grupos que dizem que a orientação sexual pode ser revertida. Mas funcionam ao arrepio da resolução. No momento em que parte da resolução cair, não haverá obstáculos éticos e técnicos para o avanço dessas terapias e das propostas de cura da homossexualidade."
Para Gustavo Bernardes, coordenador-geral de Promoção dos Direitos da População LGBT, da Secretaria de Direitos Humanos, a supressão de trechos da resolução "abre espaço para a volta de uma questão que já está superada há muito tempo", que seria o tratamento da homossexualidade como doença.
Bernardes questionou o que chama de "intromissão" do Legislativo "numa questão que é de competência do CFP" e disse discordar do argumento de Campos de que a resolução restringe a ação de psicólogos e o direito do paciente de receber orientação profissional. "Apoiamos um trabalho por parte do profissional de psicologia para que a pessoa aceite sua orientação sexual e a identidade de gênero e evite complicações, como os sofrimentos psíquicos". Procurados, Feliciano e Campos não se manifestaram. 

Marco Feliciano

Marco Antônio Feliciano (Orlândia, 12 de outubro de 1972) é um pastor da igreja
Assembleia de Deus Catedral do Avivamento e deputado federal brasileiro. Eleito pel
Partido Social Cristão (PSC) em 2010 com 
212 mil votos, foi o evangélico com maior
 número de votos no país e o 12° entre os 70 deputados eleitos por São Paulo." Em março 
de 2013,
 Ele foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias(CDHM) da 
Câmara dos Deputados do Brasil.

Marco Feliciano é empresário, autor de 18
 livros, e produziu DVDs com mensagens de autoajuda 
que venderam cerca de 600 mil cópias.

Um vídeo que mostra o pastor pedindo a
 senha do cartão de crédito de um fiel de sua
 igreja foi divulgado. 
Nas imagens, Feliciano diz: "É a última vez 
que eu falo. Samuel de Souza doou o cartão,
 mas não doou a 
senha. Aí não vale. Depois vai pedir o 
milagre pra Deus, Deus não vai dar, e aí vai falar que Deus é ruim." 
O parlamentar afirmou que "estava brincando" na ocasião.

Atualmente ele responde a uma ação penal por estelionato, aberta pelo
 Ministério Público do Rio Grande do Sul no Supremo Tribunal Federal (STF), 
que provém de uma acusação de que teria 
recebido 13 mil reais para realizar um culto no estado do 
Rio Grande do Sul sem ter comparecido ao evento. Segundo o advogado de Feliciano, 
Rafael Novaes da Silva, o deputado não pôde comparecer ao evento, mas tentou devolver
 o dinheiro pago,
 o que primeiramente não foi aceito pelos organizadores. Posteriormente, segundo Silva,
 todo o valor teria sido ressarcido.
A revista Carta Capital, citando reportagem do jornal Correio Braziliense, fez uma denúncia dizendo que "ele repassa verbas públicas para funcionários ligados a seus negócios particulares".
Em abril de 2013 foi divulgado na internet um vídeo antigo onde o deputado diz, durante um culto religioso, que o cantor britânico John Lennon foi castigado e morto por Deus por ter dito em certa ocasião que "Os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo". Sobre amorte do cantor, assassinado em 1980 por Mark Chapman, Feliciano disse que se tratou de uma "vingança divina" e que "ninguém afronta Deus e sobrevive para debochar". No mesmo vídeo e ainda sobre o assunto, o pastor diz: "Eu queria estar lá no dia em que descobriram o corpo dele. Ia tirar o pano de cima e dizer: 'me perdoe John, mas esse primeiro tiro é em nome do Pai, esse é em nome do Filho e esse é em nome do Espírito Santo'."
Em outra filmagem divulgada no mesmo mês, o pastor afirma que o cantor Caetano Veloso, que é ateu, obteve sucesso com a canção "Sozinho" com o auxílio de "forças malignas" após um encontro com Mãe Menininha do Gantois, uma conhecida iyálorixá brasileira. No mesmo vídeo, ele diz que "o diabo tem uma Lady Gaga que canta e encanta", se referindo à cantora pop norte-americana. Ambos os vídeos causaram forte polêmica, principalmente na internet, onde foram divulgados.

Controvérsias sobre racismo

Em março de 2011, Feliciano postou em sua conta na rede social Twitter frases que foram consideradas racistas por vários setores da sociedade, ao dizer: "Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é a polemica (sic). Não sejam irresponsáveis twitters. [...] A maldição que Noé lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!" (Feliciano defende uma das vertentes teológicas que afirma que os povos africanos negros vivem sob a chamada "Maldição de Cam", descrita no livro Gênesis da Bíblia e interpretada de várias maneiras, e de que essa seria a causa dos problemas sócio-econômicos e políticos enfrentados pelo continente africano). Para Roberlei Panasiewicz, teólogo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, a afirmação de Feliciano é "fundamentalista".

Conclusao:

O que aparece de tudo isso é, como sempre, o grande ódio que este homem tem dentro, o instinto corrupto e a convicção nas suas idéias.
O interrogativo que surge natural é: ele realmente acredita no que diz? Provavelmente sim.
Apesar de ter escrito 18 livros, ele tem uma formação em uma Escola Pública em técnico de Contabilidade, ou seja, diz ter uma formação extremamente básica. Estudou teologia, claro, mas com uma base cultural assim miserável, provavelmente não tem o necessario espirito de crítica para ir fundo nas pesquisas e entender o que as vezes e' so' insinuado nas escrituras.
Provavelmente tem boa fe' mas lhe falta a competência necessária para tratar dos temas a que se propõe.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

As Causas do Câncer

Muito poucas pessoas no mundo sabem disso, porque este fato está escondido pelas indústrias farmacêuticas e de alimentos.
Em 1931, o cientista alemão Otto Heinrich Warburg recebeu o Prêmio Nobel pela descoberta da principal
causa do câncer.
Só isso.
Ele descobriu a causa primária do câncer e ganhou o Prêmio Nobel.
Otto descobriu que o câncer é o resultado de um estilo de vida fisiológica e anti-fisiológico de energia.
Por quê? Uma vez que tanto com um estilo anti-nutricional fisiológico (dieta baseada em alimentos acidificantes) e inatividade física, o corpo cria um ambiente ácido. (No caso de inatividade, as células não têm uma boa oxigenação.)
A acidez das células expele oxigênio.
A falta de oxigênio nas células cria um ambiente ácido.

Ele disse: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas faces da mesma moeda. Se uma pessoa tem um, o outro também " Ou seja, se uma pessoa tem excesso de acidez, assim faltará automaticamente oxigênio em seu sistema.

Se não há oxigênio, a acidez no corpo vai aumentar.
Ele também disse: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio, ao contrário das alcalinas, que atraem o oxigênio."
Isto é, um ambiente ácido é um ambiente sem oxigênio. Ele afirmou: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio por 48 horas, pode convertê-la em um câncer".
"Todas as células normais têm a necessidade absoluta de oxigênio, mas as células cancerosas podem viver sem oxigênio." (A regra sem exceções.)
"Os tecidos dos tumores são ácidos, enquanto que os tecidos saudáveis ​​são alcalinos."
Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Otto mostrou que todas as formas de câncer são caracterizadas por duas condições fundamentais: a acidose no sangue (ácido) e hipóxia (falta de oxigênio). Ele descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e não podem sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio.
As células cancerosas só podem sobreviver com a glicose e um ambiente livre de oxigênio.
Portanto, o câncer nada mais é do que um mecanismo de defesa que tem algumas das células do corpo para sobreviver em um ambiente ácido e privadas de oxigênio.
Em resumo: As células saudáveis ​​vivem em um ambiente oxigenado e alcalino que permite a operação normal. As células tumorais vivem em um ambiente ácido e sem oxigênio suficiente.

Importante:

No processo digestivo, o alimento, - dependendo da qualidade da proteína, hidratos de carbono, gorduras, vitaminas e minerais - cria e fornece uma condição de acidez ou alcalinidade no corpo.
Em outras palavras sua saúde depende unicamente do que você come.
O resultado acidificante ou alcalinizante é medido por uma escala chamada PH, cujos valores variam de 0 a 14, com um pH 7 neutro.
É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, uma vez que as células funcionem adequadamente.
Deve ser um valor de pH ligeiramente alcalino (ligeiramente acima de 7). Em uma pessoa saudável, o pH do sangue situa-se entre 7,4 e 7,45. Se o pH do sangue de uma pessoa abaixa a menos de 7, ela entra em coma.

 Os alimentos que acidificam o corpo são:

 * O açúcar refinado e todos os seus subprodutos. (É o pior de todos: não tem proteína, sem gordura, vitaminas ou minerais, apenas carboidratos refinados que esmagam o pâncreas) O seu pH é de 2,1 (muito ácida)
 * Carne. (Todas)
 * Produtos de origem animal (leite e queijo, iogurte, etc.)
 * Sal refinado. (o ideal é comprar o sal grosso e moê-lo se for necessario).
 * Farinha refinada e todos os seus derivados. (Massas, bolos, biscoitos, etc)
 * Pão. (A maioria contêm gorduras saturadas, margarina, sal, açúcar e conservantes)
 * Margarina.
 * A cafeína. (Café, chá preto, chocolate)
 * Álcool.
 * Tabaco. (Cigarros)
 * Os antibióticos e medicamentos em geral.
 * Todo o alimento cozido. (O cozimento elimina o oxigênio e transforma o alimento em ácido. Mesmo os legumes cozidos)
 * Todos os alimentos processados, enlatados, que  contêm conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc.
O sangue se ajusta constantemente para  não cair em acidose metabólica, garantir o bom funcionamentodo organismo e otimizar o metabolismo celular.
O corpo tem que ter os  minerais básicos para neutralizar a acidez do sangue no metabolismo, mas todos os alimentos mencionados acima (especialmente os refinados) acidificam o sangue e amaciam o corpo. Devemos levar em conta que no modo de vida moderno estes alimentos são consumidos pelo menos três vezes por dia, 365 dias por ano e todos esses alimentos são anti-fisiológicos.

 Os alimentos alcalinizantes são:


* Todos os vegetais crus. (Alguns são ácidos ao paladar, mas a reação dentro do corpo é alcalinizante.

Outros são um pouco ácidos, no entanto, fornecem a base necessária para o equilíbrio correto)

Vegetais crus produzem oxigênio, e não os cozidos.

 * Os frutos, a mesma coisa. Por exemplo, o limão tem um pH de cerca de 2,2, no entanto, dentro do corpo é altamente alcalino. (Provavelmente o mais poderoso de todos, não se deixe enganar pelo sabor azedo)

* Os frutos produzem oxigênio suficiente.

 * Algumas sementes, como amêndoas são fortemente alcalinas.

 * Grãos integrais: O único cereal alcalinizante é o alpiste.

Todos os outros são ligeiramente ácidos, no entanto, uma vez que a dieta ideal necessita de uma percentagem de acidez, é bom  consumir alguns.

Todos os cereais devem ser consumidos cozidos.

* O mel é altamente alcalinizante.

 * A clorofila da planta é fortemente alcalina. (De qualquer planta, em particular, o  aloe vera)

 * A água é importante para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é a tensão principal do corpo e a raiz da maioria todas as doenças degenerativas." Diz o Dr. Batmanghelidj Feydoon.

* O exercício oxigena o corpo inteiro. Evitar um estilo de vida sedentário.

O ideal é ter uma potência de cerca de 60% de alcalino em vez de ácido e é claro, evitar os produtos mais fortemente ácidos, como refrigerantes, açúcar refinado e adoçantes.

Não abuse do sal ou evite-o tanto quanto possível.

Para aqueles que estão doentes, o ideal é que a potência seja de cerca de 80% alcalina, eliminando todos os produtos nocivos.

Se tiver câncer o objetivo será alcalinizar o máximo possível o organismo.
O Dr. George W. Crile, de Cleveland, um dos cirurgiões mais respeitados do mundo, declara abertamente: "Todas as chamadas mortes naturais não são nada mais do que o ponto de saturação de acidez no corpo terminal."

Como mencionado anteriormente, é absolutamente impossível  que o câncer apareça em uma pessoa que purifica o corpo dos ácidos com uma dieta alcalina, aumentando o consumo de água pura e evitando os alimentos que produzem ácido.
Em geral, o câncer não é contagioso e nem mesmo se herda.

Se herdam todavia os hábitos alimentares, o  estilo de vida e o meio ambiente.

Isto pode resultar em câncer.
 Mencken escreveu: "A luta da vida é contra a retenção de ácido". "O envelhecimento, a falta de energia, stress, dores de cabeça, doenças cardíacas, alergias, eczema, urticária, asma, pedras nos rins, aterosclerose, entre outros, não são nada mais do que a acumulação de ácidos."
O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro "Alcalinize ou Morra" (Alkaline or Die):
 "Na verdade, não importa os nomes das inúmeras doenças, o que importa é que todas elas vêm da mesma raiz: Muitos resíduos de ácido no corpo "














O  Dr. Robert O. Young disse:

"O excesso de acidificação do corpo é a causa de todas as doenças degenerativas.

Se o equilíbrio for perdido e um corpo começar produzir e armazenar mais acidez e resíduos tóxicos do que é capaz de eliminar as doenças aparecem".

E a quimioterapia?

A  quimioterapia acidifica o corpo até o ponto de comprometer as suas reservas alcalinas  imediatamente deixando-as insuficientes para neutralizar a acidez, sacrifica bases minerais (cálcio, magnésio e potássio), depositado nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelo.

Por esta razão, observa-se essas alterações em pessoas que recebem este tratamento, e entre outras coisas, a queda de cabelo.

Um pH ácido significaria a morte.

Nada disto é descrito ou dito, porque, segundo todas as indicações, a indústria do câncer (leia-se: a indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos procedimentos mais rentáveis que se tem noticia em um panorama multi-milionário e os proprietários destas indústrias não querem que isso seja publicado.

Tudo indica que a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade e que há uma conspiração em que uma ajuda a outra para potenciar o lucro de ambas.

Quanto mais pessoas adoecerem, maiores serão os lucros da indústria farmacêutica. E para adoecer um monte de gente precisam de muita junk food, tanto quanto a indústria de alimentos produz.

Quantos de nós já ouvimos a notícia de que alguém  tem câncer e alguém que diz: " Pode acontecer a qualquer um ..
" Não, não poderia!

 "Deixe seu alimento ser seu remédio, seu remédio é seu alimento."
Hipócrates (pai da medicina)

terça-feira, 11 de junho de 2013

Inventar Um Falso Inimigo Para Agir Imperturbado


Depois de 12 anos o governo Americano resolveu admitir que a estratégia da guerra infinita ao "terror"deu errado.
Em um discurso no dia 23/05/2013, que estava gravado em um vídeo publicado no You Tube, agora não mais disponível, Obama admitiu que o governo americano de George Bush Jr. criara um inimigo artificial para confundir a opinião pública. Todos nos lembramos que naquela época, qualquer ato de rebeldia, de auto defesa ou de dissenso era considerado terrorismo.
Alarmaram a população mundial, difundiram um terror exagerado, disseram que voar não era mais seguro, que não podíamos (não podemos) transportar nas viagens aéreas líquidos com mais de 100 ml na bagagem de mão porque era perigoso por alguma razão.
A imprensa de regime como de tradição serviu de caixa de ressonância para as mentiras mais descabidas dos governos, distorceram a verdade, omitiram, mentiram, enganaram, alarmaram, aterrorizaram as pessoas.
Governos do mundo inteiro foram chamados a participar de uma guerra que tinha como objetivo principal tomar o petróleo do Iraque em benefício dos EUA, sem que a população fosse capaz de opinar, de discordar, fomos e estamos sendo obrigados a pagar uma conta altíssima através da crise mundial.
O ódio contra os Mulsumanos foi alimentado com cura,  usando meios como a calúnia, o engano, a falsidade, a desinformação, acusações sem fundamentos, a prisão di Guantánamo: a ignorância ocidental foi agravada propositadamente para fazer com que a população acreditasse realmente que o inimigo era o fundamentalismo islâmico.
Foi fácil identificar um inimigo frágil e incapaz de se defender para dar à população afamada de vingança, uma população que tinha aprendido a ser egoísta, calculadora, fria. Um povo que aprendeu a odiar, a competir, a passar uns por cima dos outros, a acreditar nos jornais e na TV, um povo que só queria aparecer, comprar e consumir, que não dava a mínima para os desastres que aconteciam todo dia e nem para a fome no mundo.
A maioria fingiu acreditar nos políticos e na imprensa, era mais fácil fechar olhos e ouvidos do que se rebelar e deixar a comodidade do sofá de casa para lutar por justiça.
Entretanto parece que a mentira faliu. A guerra se alastrou, os aliados dos americanos na Síria se tornaram seus inimigos, a Rússia entrou na guerra e como sabemos, a grande ameaça dos terroristas inventada pela imprensa ocidental nunca se concretizou. As mortes ocorrer apenas nos campos de batalha, nos países invadidos pelos ocidentais. Houve alguns ensaios de ataques a Londres e a Paris, mas muitos concordam que aqueles foram apenas um teatrinho montado pelos governos para convencer uma opinião pública sempre mais desconfiada.

Hoje no Brasil está acontecendo o mesmo; os golpistas, vendo que o processo de impeachment arrisca naufragar, inventaram uma fantasiosa ameaça do Estado Islâmico para aterrorizar os brasileiros, na esperança de distraí-los do que está acontecendo em Brasília. Vamos ficar atentos porque o inimigo não é e nunca foi o Estado Islâmico, é a nossa elite que quer surrupiar o poder a qualquer custo. a mesma política reacionária, proibicionista, intolerante adotada apor Bush nos Estados Unidos está sendo adotada pela tal bancada evangélica no Brasil.

Na guerra contra o Iraque e o Afeganistão, os fracos, rejeitados, julgados injustamente, que vivem às margens do rico ocidente lutaram, deram suas vidas, perderam filhos, famílias, casas para defender seus ideais.
Aqueles que viram a cabeça do seu líder (Saddam Hussein) rolar por terra ao vivo pela TV mundial, os mesmos que viram seus poços de petróleo surrupiados pelo inimigo, continuam lutando pela paz, por um pouco de comida, por segurança, sem falar em reconstruir as pontes, estradas, escolas, hospitais e muitas outras estruturas destruídas pelas bombas.
Ninguém aqui no Brasil teria imaginado um desfecho como este no inicio da guerra. Mesmo tendo perdido os poços de petróleo, seus trabalhos, suas organizações políticas, suas escolas, hospitais, eles continuam lutando porque não têm alternativa.
Uma primeira vitória eles conseguiram quando inimigo  (Os EUA) foi obrigado a admitir diante do mundo inteiro que mentiu, enganou, usou a tortura. Hoje a opinião pública americana e européia se estão conscientizando do engano enquanto a brasileira continua ainda anestesiada acreditando nas tolices que nos contam a grande mídia.
A estratégia de encontra um inimigo para agir imperturbado é bastante comum ao longo da história. Podemos citar alguns exemplos recentes como no caso de Bush para justificar a invasão do Iraque ou de Silas Malafaia, que encontrou nos homossexuais um "inimigo" contra o qual podia combater a sua guerra pessoal em prol de um pouco de publicidade e muito lucro.

Aqui estão algumas das afirmações feitas por Barack Obama em seu discurso de 23/05/2013:

•O Presidente Obama admitiu que os Estados Unidos haviam apoiado grupos terroristas na Síria e acredita que, se essa ajuda continuasse, levaria a Síria a um período de guerra sectária. Ele não votou para acabar com a ajuda aos rebeldes, mas admitiu que os grupos militares rebeldes e extremistas se radicalizaram e  representam um perigo para o mundo.

• O presidente Obama deixou claro que os Estados Unidos estão envolvidos em tortura, em violação direta do direito internacional. Não foi feita qualquer tentativa para justificar atos americanos nem houve qualquer tentativa de descrever o "waterboarding" como algo diferente de tortura nem tentou confundir atos ilegais da América como limitados a simulações de afogamentos. Nenhuma promessa foi feita, como se vê, de julgar  aqueles que tomaram parte nesses atos ou que autorizaram o seu uso, além do Tribunal Penal Internacional em Haia, conforme necessário.

• O Presidente Obama indicou claramente que o programa de entregas americano é ilegal, e que os tribunais militares são uma violação tanto da lei dos Estados Unidos quanto das convenções internacionais e que os Estados Unidos operaram fora da lei continuamente.

• Muitos dos que ouviram o discurso de Obama acreditam que os ataques com drones foram defendidos. Ele afirmou que os ataques com drones são mais seguros do que os ataques convencionais, porque evitam matar civis. O Congresso dos EUA foi informado plenamente de todos os ataques com drones como aqueles no Iraque e no Afeganistão, atuados sob o comando militar direto.

•O  Presidente Obama admitiu que o ataque no Paquistão para matar Osama Bin Laden foi um desastre político para os Estados Unidos e um abuso da soberania do Paquistão. Admitiu também que este ato comprometeu por muito tempo as relações dos EUA com o Afganistão. Obama reconheceu, não só que os muçulmanos são as primeiras vítimas do terrorismo, mas que o Paquistão perdeu milhares de soldados em apoio dos Estados Unidos. Esses fatos têm sido obscurecidos para o público americano por anos.

• O presidente Obama deixou claro que drones armados não poderiam ser usados legalmente em solo americano. A partir desta afirmação, qualquer pedido de aplicação da lei para usar drones armados agora será considerado um ato criminoso, que não é apenas "enredo", mas  "terrorismo" belo e bom.

• Outra  chave de admissão, foram repetidas duas vezes durante o discurso de Obama, o fato de lutar uma
guerra sem fim, uma guerra de "apenas drones". Obama foi claro, as mudanças políticas nos Estados Unidos ligadas a uma década de guerra levaram a violações constitucionais, leis ilegais, táticas de estado policial e que nenhum governo democrático pode sobreviver durante a guerra. Tal declaração não teria sido feita se não tivesse sido projetada para transmitir a admissão de que a Constituição dos EUA foi violada e que os direitos dos  norte-americanos estão sendo violados todos os dias.

• Um componente importante de discórdia política do presidente Barack Obama abrangeu questões de vigilância e abuso de privacidade individual. "Pareceres jurídicos" têm apoiado escutas telefônicas ilegais de quase todas as comunicações privadas.
 Como não há mais um "cabo-backbone" amplamente utilizado para serviços de telefonia, com móvel, VoIP (Voice over Internet Protocol) e serviços como Skype são agora a norma, os "federalistas" - o grupo extremista que agora controla o sistema legal americano - vê a possibilidade de interceptar tudo, não apenas e-mail e "bate-papos". A esperança de muitos é que as promessas de Obama ajudem a limitar os grandes ataques contra a vida dos americanos, que se intensificaram durante as últimas semanas.


• Talvez a mudança política mais importante que ocorreu é a admissão de Obama que a ampla autorização
do Congresso para usar a força militar não é mais necessária e isso se tornou uma ameaça. O que é claramente indicado é que a colocação de uma base constitucional para realizar uma guerra contínua deve ser encerrada. Este é um problema poderoso, porque poderia resultar no fim da possibilidade de enviar tropas em qualquer teatro de operações, pois muitas vezes isso foi feito de maneira abusiva  que avalizou as intenções americanas de agir  mais por questões econômicas do que de segurança. A entrada mais crítica que foi  feita é que os presidentes americanos não devem ter poderes de guerra perpetuamente. Obama prometeu colocar em prática políticas para conter a sua capacidade de combater guerras declaradamente "inúteis".

• Para este fim, o Presidente solicitou que o AUMF (uso autorizado da força militar) seja concluído, que a expansão do seu mandato seja reduzida e que controles mais rigorosos devem ser feitos no local em caso de futuras autorizações desse tipo. O que não é dito, mas pode muito bem ser entendido, é que os grupos de interesses especiais que procuram empurrar os Estados Unidos em guerras tornaram-se uma ameaça e que os Estados Unidos devem limitar a sua capacidade de ir para a guerra. Não haveria razão para Obama fazer um movimento como esse, a menos que ele não soubesse que existem "forças sinistras" e que elas têm usado o poder militar norte-americano para seu próprio ganho.

Há questões fundamentais de percepção. Se o que foi dito será censurado ou desmentido pela imprensa  quer dizer que ela pode estar mentindo sobre outras coisas? Ela esta  mentindo sobre questões como "quem, o quê, quando e onde?"

Na verdade, nada nos relatórios dos principais meios de comunicação pode ser acreditado, exceto resultados esportivos e o tempo.





segunda-feira, 10 de junho de 2013

O Cheiro - Elemento Predominante nas Relações Interpessoais


Recentes descobertas afirmam que cada ser humano ha um cheiro único, não imitável, que o identifica mais do que qualquer outra coisa.
Estudos foram feitos desde muitos anos, em outro blog publico uma copia resumida de um estudo feito pela CIA, onde você pode encontrar um link para o artigo original em inglês, no site da Agencia.
Parece que o cheiro seja a característica mais importante de um indivíduo, aquele cheiro único que a gente sente e que nos atrai ou repugna em uma pessoa, quando a gente diz que o nosso "santo" não bate com o daquela pessoa.
Uma pessoa pode ser linda fisicamente e não nos atrair sexualmente enquanto outra pode ser apenas normal ou até mesmo feia e deixar a gente sem fôlego.
Claro que depende da sensibilidade, do savoir faire, do "toque" do/a parceiro/a e até mesmo do respiro, do sentimento que se percebe nos olhares, dos movimentos e da sintonia que se instaura entre um casal mas se não tiver aquela coisa inconsciente que os liga, nada funciona.
Creio que este componente seja o cheiro e estou pesquisando um modo para descobrir o que influencia o cheiro, se existe um modo para mudá-lo ou se  nascemos com um cheiro imutável.
Estou falando  daquele cheiro individual, não  estou falando de hálito ou suor, é aquele cheiro sutil que os cães sentem com facilidade e que a gente pode somente intuir.
Um odor ou fragrância (vulgarmente referido como um aroma) é causado por um ou mais compostos químicos volatilizados, geralmente a uma concentração muito baixa, que os seres humanos ou outros animais percebem pelo sentido do olfato.

A percepção do Odor é um sentimento primitivo. O sentido do olfato permite o prazer, pode
subconscientemente avisar do perigo, ajudar a localizar amigos, encontrar comida, ou detectar predadores. Os seres humanos têm um surpreendentemente bom sentido do olfato (mesmo que eles só tenham 350 genes funcionais de receptores olfativos em comparação com o 1300 encontrado em ratos) correlacionado com um declínio evolucionário, no sentido do olfato.
A percepção do odor é um processo complexo que envolve o sistema nervoso central, que pode evocar respostas psicológicas e fisiológicas. Como o sinal olfativo termina em ou perto da amígdala, os odores estão fortemente ligados às memórias e pode evocar emoções.
 Os odores podem perturbar a concentração, diminuir a produtividade, provocar sintomas, e, em geral, aumentar o desagrado por um ambiente particular.
 Os odores podem afetar o gosto por uma pessoa, lugar, comida ou produto como uma forma de condicionamento.
 Memórias evocadas por odores são significativamente mais emocionais e sugestivas do que as lembradas visualmente ou auditivamente.
 Odores podem condicionar estados experienciais e quando encontrado mais tarde têm influências sobre o comportamento direcional.
Mudanças nos odores corporais são provocadas por mudanças do estado emocional.
Odores corporais humanos influenciam as relações interpessoais e estão envolvidos em comportamentos adaptativos, tais como a penhora dos pais em recém-nascidos ou escolha do parceiro em adultos. "As mães podem discriminar o odor de seu próprio filho, e as crianças reconhecem e preferem o odor do corpo de sua mãe ao de outra mulher. Este odor maternal aparece para orientar crianças em direção ao peito e tem um efeito calmante." O odor corporal está envolvido no desenvolvimento do vínculo mãe-bebê e é essencial para o desenvolvimento social e emocional de uma criança trazendo sentimentos de segurança.

Como uma pessoa cheira é fundamental para encontrar um amante. O odor corporal é um sinal sensorial crítico para a seleção de parceiros, porque é um sinal de saúde imunológica. As mulheres preferem homens com grandes complexos (MHC) genótipos de histocompatibilidade e odores diferentes dos próprios, especialmente durante a ovulação. Biologicamente fêmeas tendem a escolher parceiros "que são mais susceptíveis de garantir a sobrevivência da prole e, assim, aumentar a probabilidade de que a contribuição genética será reprodutivamente viável."
Estudos têm sugerido que pessoas podem usar sinais de odores associados com o sistema imune para selecionar parceiros.
Usando uma técnica de imagem do cérebro, os pesquisadores suecos mostraram que o cérebro dos homens gays e heterossexuais respondem diferentemente a dois odores que podem estar envolvidos na excitação sexual, e que os homens gays respondem da mesma forma que as mulheres heterossexuais, embora não pôde ser determinado se isso foi causa ou efeito.
O estudo foi expandido para incluir as mulheres lésbicas, os resultados foram consistentes com descobertas anteriores que significa que as mulheres lésbicas não eram tão sensíveis aos odores  masculinos, enquanto a sua resposta às sugestões do sexo feminino foi semelhante para homens heterossexuais. De acordo com os pesquisadores, isso sugere um possível papel para os feromônios humanos na base biológica da orientação sexual.

Feromônios e cheiros

Por que você se sente atraído por uma pessoa e não por outra? Você escolhe um parceiro pelo seu cheiro? Será que as respostas estão nos feromônios?
Os feromônios são sinais químicos que alteram o comportamento de um animal, sem que  o animal esteja ciente disso. Feromônios são frequentemente envolvidos em comportamentos sexuais.
Considerando que os animais e as pessoas conscientemente apreciam cheiros - eles se sentirão atraídos ou se afastarão com desgosto - os feromônios não são conscientemente percebidos. Eles mudam o comportamento de um animal de uma forma inconsciente e involuntária.
Os feromônios foram descobertos há 50 anos em insetos e os cientistas sabem que os ratos os usam. No entanto, até recentemente não ha nenhuma evidência de que os humanos utilizem os feromônios de alguma forma.
Agora, cientistas da Universidade Rockefeller e da Universidade de Yale identificaram um gene humano relacionado com feromônios.
O gene, chamado V1RL1, é o primeiro a ser relatado em humanos. Os pesquisadores acreditam que ele produz uma proteína que irá detectar feromônios. Eles suspeitam que esse "receptor de feromônio 'está nas membranas mucosas que revestem o nariz humano. Mais difícil será descobrir o que exatamente esse receptor pode fazer e se ele pode influenciar o comportamento sexual humano.






sexta-feira, 31 de maio de 2013

Porque os Gays sao Gays

Descobri um artigo muito interessante no site  Super da Editora Abril do qual eu publico os pontos mais salientes.
Se voce quiser ler todo o artigo eu garanto que vale a pena.
E' uma otima resposta para quem quer saber mais sobre o assunto mais quente da atualidade.
Nos últimos anos, pesquisadores começaram a apontar novos – e surpreendentes – caminhos para determinar porque os gays sao gays.
As maiores novidades vêm dos estudos biológicos. 
Eles indicam que a formação da sexualidade acontece antes do nascimento – em parte pelos genes, mas também por fatores que atuam no desenvolvimento do feto. 
Não há nada comprovado e ainda falta muito a ser desvendado, especialmente sobre a influência do ambiente onde a criança é criada em sua sexualidade. Mas as evidências estão causando uma revolução no pensamento científico. E se comprovadas, poderão subverter noções básicas que construímos ao redor dos gays.
Em 1991 o neurocientista anglo-americano Simon LeVay, gay declarado, anunciou ter encontrado diferenças em cérebros de homens gays e héteros. LeVay examinou o hipotálamo, zona-chave da sexualidade no cérebro, e descobriu que a região chamada INAH-3 era entre 2 e 3 vezes menor nos gays.
Era a primeira indicação da origem biológica da homossexualidade.
 Mas, como várias pesquisas da área, a de LeVay tinha limitações: os gays do estudo haviam morrido em decorrência da aids e talvez a doença fosse responsável pela diferença. 
E, mesmo que essa diferença não estivesse relacionada com a aids, era impossível determinar se ela era causa ou conseqüência da experiência gay. 
Apesar das dúvidas, a descoberta abriu caminho para estudos que reforçam a suspeita de que a homossexualidade vem do útero.
“Minhas pesquisas sugerem que algo acontece muito cedo na vida dessas pessoas, provavelmente na vida pré-natal”, diz LeVayMas o quê?
Parte da resposta veio em 1993 com as pesquisas de Dean Hamer, do Instituto Nacional do Câncer, nos
EUA. Hamer percebeu que dentro das famílias havia muito mais gays do lado materno. 
A descoberta atraiu sua atenção para o cromossomo X (mulheres têm dois cromossomos X, enquanto os homens têm um X e um Y). 
Em seguida, a descoberta: usando um escâner, Hamer viu que uma região do cromossomo X, a Xq28, era idêntica em muitos irmãos gays. 
O que ele descobriu não foi propriamente um único gene gay, mas uma tira de DNA transmitida por inteiro. 
A notícia provocou rebuliço, e não era para menos. Mesmo contestada por outros estudos, a conexão entre genes e orientação sexual sugere que as pessoas não escolhem ser homossexuais, mas nascem assim. 
A comunidade gay começou a ver na ciência a resposta contra a idéia de que seu comportamento era “antinatural”.


Resposta genética?

Patrick e Thomas são gêmeos, têm 7 anos, olhos azuis e cabelo ondulado. Cresceram na mesma casa, criados pelos mesmos pais. À primeira vista, é impossível distingui-los. Mas passe algum tempo com eles e você verá que Patrick é sociável, atento e pensativo, enquanto Thomas é espontâneo e adora brincar de luta. Quando tinham 2 anos, Patrick encontrou os sapatos da mãe e gostou de calçá-los. Aos 3, Thomas disse que o revólver de plástico era seu brinquedo favorito. Aos 5, Thomas se fantasiou de monstro no Halloween; Patrick quis se vestir de princesa. Ridicularizado pelas risadas do irmão, decidiu ser Batman. Patrick sempre brincou entre meninas, nunca meninos. Os pais deixaram que ele fosse ele mesmo em casa, mas mantiveram alguns limites em público com medo de que seu comportamento feminino o expusesse. Funcionou até o ano passado, quando o orientador da escola ligou dizendo que ele deixara os colegas incomodados: insistia que era uma menina.
A história de Patrick e Thomas foi revelada pelo jornal Boston Globe. Como os demais gêmeos univitelinos (gerados pelo mesmo óvulo), os garotos são clones genéticos. Se a homossexualidade fosse mesmo causada por um cromossomo, os dois deveriam ter a mesma orientação sexual. Segundo estudos recentes, como o do psiquiatra americano Richard Green, garotos como Patrick têm até 75% de possibilidade de ser homossexuais quando adultos. Thomas aparenta ser heterossexual.
O caso de gêmeos com orientação sexual diferente mostra que, sozinha, a genética não explica a homossexualidade. Mas isso não significa que a criação tem todas as respostas. Afinal, antes mesmo de falar, Patrick já exibia traços femininos. Há mais dicas nessa charada: os pesquisadores americanos Michael Bailey, da Universidade Northwestern, e Richard Pillard, da Universidade de Boston, analisaram gêmeos e viram que, entre bivitelinos, se um deles é gay, o outro tem 22% de possibilidade de também ser. Para os univitelinos, a probabilidade sobe para 52%.
São números bastante superiores à taxa de homossexualidade entre a população, que seria de 10% de acordo com o famoso e polêmico Relatório Kinsey, dos anos 40, e entre 2% e 5% segundo pesquisas mais recentes. Bailey e Pillard, portanto, praticamente provam a existência de um componente genético para a homossexualidade. Ao mesmo tempo, praticamente provam, também, que os genes não dão conta de tudo. “Os estudos com gêmeos feitos até agora nos permitem uma estimativa de que até 40% da orientação sexual venha dos genes”, diz o pesquisador Alan Sanders, da Universidade Northwestern, EUA. Para aprofundar suas pesquisas, Sanders está recrutando voluntários, inclusive brasileiros, para o maior estudo genético sobre homossexualidade já realizado. “A meta é selecionar 1 000 pares de irmãos gays bivitelinos”, afirma. “Em irmãos assim, espera-se uma variação genética de 50%. Vamos analisar todo o genoma para saber se a variação é maior.”

O que mais está em jogo?



Se os genes não explicam tudo, que outros elementos explicariam? Um deles parece ser o
desenvolvimento biológico do feto ainda no útero. 
E é dessa área que vêm saindo as pesquisas mais promissoras. Uma delas é a teoria dos hormônios pré-natais. 
A idéia é que os hormônios sexuais masculinos (andrógenos) se conectam às partes responsáveis pelos desejos sexuais no cérebro e influenciam seu crescimento, tornando o cérebro mais tipicamente masculino ou feminino. A conexão dependeria das proteínas receptoras de andrógenos (AR, na sigla em inglês). 
Imagine que cada célula do cérebro seja uma casa. As ARs funcionariam como o portão dessas casas, que controla a entrada de pessoas. Sabe-se que a quantidade e a localização desses portões são diferente nos homens e nas mulheres. Cientistas já constataram, por exemplo, que o hipotálamo masculino tem mais ARs que o feminino.
Essa teoria supõe que a homossexualidade nos homens é causada por “portões” que restringem a entrada de andrógenos nas regiões responsáveis pela sexualidade, formando um cérebro submasculinizado. Nas mulheres, esses portões facilitariam entradas maiores, construindo uma estrutura supermasculinizada. Tudo conseqüência do número de ARs de cada feto – o que talvez se deva à carga genética.
O novo desafio dos pesquisadores é entender quais as origens de um fenômeno recém-descoberto: a existência de irmãos mais velhos parece afetar a sexualidade dos mais novos.
É o chamado “efeito big brother”. 
O cientista canadense Ray Blanchard acompanhou 7 mil pessoas e viu que a maioria dos gays nasce depois de irmãos homens e heterossexuais. Blanchard e o colega Anthony Bogaert calcularam que cada irmão mais velho aumenta em 33% a possibilidade de o menor ser gay. 
Um garoto com 3 irmãos mais velhos tem o dobro de possibilidade de ser gay que outro sem irmão mais velho. Um garoto com 4 irmãos mais velhos tem o triplo. Ter irmãs mais velhas não altera a probabilidade de o menino ser gay.
Para alguns, a explicação está na convivência familiar: depois de dar à luz vários homens, a mãe trataria o caçula como a menina que ela não teve. Os irmãos mais velhos também tenderiam a “dominar” o mais novo, influindo em seus sentimentos sobre si e os demais. 
Outra hipótese vem da biologia. “Os fetos masculinos talvez acionem uma reação imunológica na mãe ao produzirem substâncias que ameaçam seu equilíbrio hormonal”, diz o cientista Qazi Rahman, da Universidade de East London. Segundo ele, o corpo da mãe acionaria um alarme para produção de anticorpos contra proteínas ou hormônios do bebê.
Cada novo feto masculino intensifica a resposta, e o acúmulo de anticorpos redirecionaria a diferenciação tipicamente masculina para uma mais feminina, gerando orientação homossexual nos filhos seguintes.
Como os outros pesquisadores, Rahman não nega que fatores ambientais possam entrar na equação. O problema é que ninguém sabe exatamente quais são eles. Não há provas, por exemplo, de que o abuso sexual na infância causa homossexualidade.
O número de gays não é maior em lares chefiados por mulheres nem entre filhos criados por casais gays. Tampouco há mais casos de homossexualidade após períodos de guerra, quando os pais se ausentam de casa, o que enfraquece as hipóteses sobre dinâmicas familiares.
Nem mesmo a teoria de Sigmund Freud encontra sustentação científica. O pai da psicanálise dizia que mães superprotetoras e pais ausentes poderiam levar o filho a ser gay. Mas ao invés de encontrar a causa, Freud possivelmente enxergou a conseqüência: a superproteção da mãe não seria a origem da homossexualidade, mas um ato de defesa para um filho que é rejeitado pelo pai por se comportar, desde cedo, de maneira feminina.

O gene gay e a evolução


O desafio dos que apóiam uma base genética para a orientação sexual é explicar a permanência e adaptação dos genes gays ao longo da evolução. 
“Ser atraído pelo sexo oposto é útil porque leva o indivíduo a gerar filhos – por isso os genes da heterossexualidade dominam o planeta. 
Mas como os genes da homossexualidade também parecem existir, é provável que sirvam ou tenham servido a algum valor reprodutivo ao longo da evolução”, diz o cientista inglês Qazi Rahman.
Talvez os animais possam dar a resposta. O biólogo americano Bruce Bagemihl analisou 450 espécies e constatou que elas não fazem sexo só para produzir filhotes. Mais de 70 tipos de aves e 30 de mamíferos “casam-se” com indivíduos do mesmo sexo. Muitas vezes, para ter prazer.
Para a bióloga Joan Roughgarden, a homossexualidade é um traço natural que mantém indivíduos unidos através do contato. Para ela, não há diferença entre jogadores de futebol que se tocam para funcionar melhor como equipe e duas pessoas que se acariciam intimamente. “Estamos muito preocupados com o contato genital, mas tudo não passa de intimidade física”, diz.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Até Onde Chega o Fanatismo Evangelico



Ontem tive um debate com dois fanáticos evangélicos comentando inicialmente o video da entrevista do Silas Malafaia para a Marilia Gabriela.
Eu tinha iniciado dizendo que nasci homossexual e que não posso fazer nada para mudar este fato. 

Pensava que era possível esclarecer um tema que cria muita confusão e desinformação.
Duas pessoas responderam a um meu comentário parecendo saber mais do assunto do que eu mesmo que vivo na pele a situação de homossexual desde que nasci.
Logo entendi que elas queriam criar uma discussão inútil e estéril partindo de suposições e teorias sem ligar minimamente para o que eu dizia.
Assim procurei evitá-las educadamente porque notei logo pelo tom das respostas que tínhamos pouco terreno sobre o qual debater.
O meu interesse é unicamente em falar a verdade, logo não tinha sentido falar com fanáticos que queriam impor suas opiniões a qualquer custo.
Todavia fui entendendo através de seus posts que esta era uma ótima ocasião para desmascarar o modo egoísta e frio de agir dos fanáticos evangélicos.
Aceitei o debate ao qual participou também um senhor que tinha me interpelado antes com o mesmo comportamento e com um vocabulário extremamente vulgar e ofensivo de modo que eu tinha me desvencilhado dele sem maiores problemas.
Fui extremamente sincero e procurei convencê-los, me expus completamente na tentativa de esclarecer que é necessário abandonar o preconceito para entender um tema que vem sendo manipulado por políticos e religiosos por vários séculos.

Com arrogância e prepotência usaram termos ofensivos e baratos para me desacreditar, se recusaram a aceitar o meu depoimento e usaram frases feitas para criar um clima de contraposição e ódio com muito cinismo e desumanidade. 
Disse que nasci gay, que não teria escolhido virar gay em uma sociedade como a brasileira. Disseram que é mentira, que a homossexualidade é um disturbo de personalidade, uma pouca vergonha e assim por diante! Foi uma discussão surreal em que ficou claro que eles não queriam saber a verdade, só queriam impor seus preconceitos.
Disseram entre outras coisas que ninguém nasce homossexual e que a homossexualidade é um vicio.
Me chamaram de burro e outras definições deste nível. 
Um deles chegou a me classificar de doente 
Após lerem os meus comentários sobre as leis de Jesus, dos 10 mandamentos e seus ensinamentos, que se eu quisesse convencer a sociedade não iria conseguir isso fazendo "futrica". Segundo eles a sociedade estaria tão cega pelas mentiras que ouvem todo dia não aceitariam a verdade nem que ela se apresentasse pelo nome à eles. 

Ficou claro que não tem nada que a gente possa dizer que lhes faça raciocinar, eles querem impor seus pontos de vista mesmo quanto isto não faz algum sentido.

Quando eles não têm o que responder, agridem verbalmente o seu interlocutor com expressões do tipo: "você fumou demais, você esta louco, vai cagar, enfim, expressões desrespeitosas, ofensivas e inúteis ao fim de esclarecer um ponto de vista.

Não ouvem o interlocutor e todas as afirmações feitas por mim que contradizem claramente o que eles afirmam e que eles não podem contestar são taxadas de mentiras, simples assim.


Segundoa bíblia Deus ungiu Davi para ser o rei de Israel mesmo tendo ele pego Jônatas por amante.

Davi amou a Deus intensamente, basta ler os Salmos que são belíssimas, profundas poesias que falam do seu amor por Deus!

Na Bíblia, no livro de Samuel está escrito:


"A alma de Jônatas ligou-se a de Davi e Jônatas amou-o como a sua própria alma"

"Davi lançou-se sobre o rosto de Jônatas e beijaram-se um ao outro e choraram ambos"

"Angustiado estou por ti Jônatas, disse Davi, muito querido por mim eras. Maravilhoso me era o teu amor, ultrapassando o amor das mulheres."

Alguns fanEaticos gostam de citar o livro de Levítico, deveriam porém ler o livro todo e aplicá-lo na íntegra. Inclusive a parte que fala dos injustos.

Jesus disse amai-vos uns aos outros como eu vos amei mas essas pessoas distilam ódio e incompreensão em nome desse mesmo Jesus

Veja este interessante video que fala da historia da homossexualidade.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

A Reencarnação divide opiniões


Este é um tema que divide muitas opiniões especialmente entre os cristãos.
Gostaria de simplificar o debate dizendo que creio que uma vida somente é muito curta diante da eternidade, logo a reencarnação é plausível, de um ponto de vista lógico, ou seja, uma pessoa não pode quiemar pra sempre no fogo do inferno por ter cometido um pecado durante a sua miserável e insignificante (em termos cósmicos) existência na terra.
A punição seria desproporcional e Deus sendo justo para aplicaria uma tal punição a seus filhos. 
Creio muito mais plausível que nós tenhamos que encarnar e reencarnar milhões de vezes antes de chegar face a face com Deus naquilo que os cristãos chamam de salvação e que os hindús chamam iluminação. 
Creio que a ressurreição seja o que o meu guru Paramhansa Yogananda chamava de Mahasamadhi, ou Grande Samadhi, o encontro com Deus, o abandono definitivo do corpo, ou seja, a passagem da morte para a vida, a iluminação final, a salvação deste mundo de horrores e ilusões, Maya, a total libertação de nosso karma
Entretanto para mim isso tem uma importância relativa visto que o meu objetivo é alcançar a libertação nesta vida (salvação), ou seja, não quero encarnar de novo. 
Para quem não acredita na reencarnação esta importância é igualmente mínima porque espera obter a salvação nesta vida, ou obter a vida eterna nos céus, logo a teoria da reencarnação não lhes toca de forma alguma.
As principais religiões se dividem sobre este tema mas no fundo o que importa mesmo é trabalhar para a completa iluminação da melhor maneira possível e se preparar para o encontro com Deus.

Entretanto a Bíblia tem algumas referencias à reencarnação que são ignoradas pelos cristãos. Leiam para melhores esclarecimentos, esses versículos a seguir: 
Marcos, capítulo VIII, versículos 27 e 28 e Mateus, capítulo XVI, versículos 13 e 14.

"Saiu Jesus para as aldeias de Cesaréia de Felipe, e no caminho interrogou os discípulos dizendo: Quem dizem os homens que sou eu: E eles responderam: João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou um dos profetas."

Fica bastante claro, neste trecho, repetido por dois evangelistas, como os judeus tinham clara a idéia do retorno pela reencarnação. De maneira nenhuma poderiam estar confundindo a pessoa física de Jesus com Jeremias. Elias ou qualquer dos profetas que tinham vivido há muitos séculos atrás. Os judeus estavam supondo que Jesus pudesse ser a reencarnação de algum dos profetas. É verdade que se torna claro nos versículos que o Mestre não era de fato algum desses profetas renascidos, mas também é incontestável a idéia da reencarnação presente na resposta dos apóstolos, como um conceito bastante conhecido dos mesmos.

No entanto, onde o Cristo daria o seu aval a esta crença? Teria ele também se manifestado favoravelmente a idéia do renascimento ? Nas passagens acima mencionadas, apenas se pode concluir que o conceito palingenésico foi citado de forma bastante natural pelos judeus, pois inclusive eram diversas as versões sobre de quem Cristo era a reencarnação, Elias, Jeremias etc.

Tomemos outra passagem dos mesmos evangelistas para analisarmos, desapaixonadamente, sem uma posição preconcebida e vejamos a extrema clareza com que a reencarnação é referida pelo Mestre Jesus.

Mateus capítulo XVII, versículo 10 a 13, e Marcos, capítulo IX, versículo 11 a 13 (após a transfiguração) . Seus discípulos o interrogaram desta forma: "Por que dizem os escribas ser preciso que volte antes o Elias? - Jesus respondeu:

"É verdade que Elias há de vir e restabelecer todas as coisas: "mas eu vos declaro que Elias já veio e eles não o conheceram e o trataram como lhes aprouve. É assim que farão com o filho do homem." - Então entenderam os discípulos que fora de João Batista que Ele falara.

A concepção de que João Batista era Elias reencarnado e de que os profetas podiam renascer na terra, encontramos em inúmeras passagens bíblicas além das acima referidas. Se esta concepção fosse equivocada e não concorde com os ensinamentos cristãos, o Mestre não teria deixado de a combater como procedeu em relação a inúmeros outros conceitos e tradições equivocadas dos judeus. Mas o que ocorreu não foi isto, Jesus se posicionou muito claramente a este respeito quando se referia a Elias, dizendo que ele já veio e eles não o conheceram. O versículo 13, completa: "Os discípulos entenderam que fora de João Batista que Ele falara", reforçando esta afirmativa.
Para quem é mais exigente, sugerimos ler atentamente Mateus no capítulo XI versículos 14 e 15 que não deixa qualquer dúvida a respeito. 
Vejamos: "E se quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que havia de vir (estava por vir, conforme a tradução). Quem tem ouvidos para ouvir, ouça! 
Evidentemente que os versículos anteriores se referem a João Batista conforme pode-se facilmente constatar na leitura. Se alguns outros textos podem ser interpretados no sentido místico, nesta passagem de Mateus não há equívoco possível: É ELE MESMO o Elias que há de vir. Não é possível não há como conceber alegoria ou figuração em afirmativa tão positiva. No que tange ao complemento: "aquele que tem ouvido de ouvir, ouça", consideramos como uma alusão a que nem todos estavam em condições de entender certas verdades. O versículo anterior (13) dizia: "Porque todos os profetas e a lei até João profetizaram". Seguindo-se então: "E se quereis bem compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir". Desnecessário maiores comentários.   
Para os estudiosos do Velho Testamento em Isaías, capítulo XXVI, versículo 19 encontramos a passagem: "Aqueles do nosso povo, que fizestes morrer, viverão de novo". 
Se o profeta estivesse se referindo à vida espiritual ou seja, se estivesse querendo dizer que aqueles que fizeram morrer não deixaram de existir em espírito, teria dito: vivem ainda, e não viverão de novo. O verbo está no futuro, numa clara alusão a uma nova vida.

No sentido espiritual, estas palavras seriam absurdas, pois estariam transmitindo a idéia de uma interrupção na vida da alma. Viverão de novo significa, que embora não vivam materialmente agora, voltarão à vida física. Seria enfadonho repetirmos inúmeros textos e interpretações, mas consideramos os citados suficientes para servir de motivação à pesquisa sobre o assunto.
O livro de Malaquias - último livro e último capítulo do Velho Testamento - capítulo 4 e versículo 5 diz o seguinte: "Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor;"
(Algumas dessas referências bíblicas são estraídas do blog  Quero Saber a Verdade do  Dr. Ricardo Di Bernardi )
É interessante notar como na minha pesquisa no Google sobre o assunto, os dois primeiros sites mostrados afirmam que na Bíblia não tem nenhuma referência à reencarnação. 

O site Sua Escolha diz o seguinte: " Sua pergunta: “A Bíblia fala sobre reencarnação em algum lugar? Como podemos saber se esta é nossa única vida?”
Nossa resposta: A Bíblia nunca menciona reencarnação, mas na verdade prova o contrário…"
O site Chamada diz o seguinte:
"Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência direta ou indireta à reencarnação. 
Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27). 
O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).
Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus. 
Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44). 
Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6). 
Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22)."
Assim, a Bíblia oferece sustento para ambas interpretações.
Eu creio que o ciclo de vidas e mortes depende do karma que acumulamos durante as nossas milhares de vidas, que aprendemos com os nossos erros para evoluirmos espiritualmente e isso justifica os diferentes níveis de desenvolvimento espiritual entre as pessoas, as diferentes condições de nascimento, vida e morte na terra.
Mas esta é somente uma convicção pessoal, termino este artigo repetindo o que disse no início, desta vez, em outras palavras:
Busquemos em Deus a humildade, o amor, a simplicidade e o desapego às coisas terrenas, além de verdadeira sabedoria e intuição para sabermos como melhor agradá-lo para que possamos nos encontrar com Ele o mais breve possível.